MISSÃO

O Pastor João Amilton é membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira, onde tem a missão de fazer a diferença no Reino de Deus no Rio Grande do Sul, no Brasil e em outros países do mundo. Os objetivos é de levar s ser um membro das igreja que esta alicerçada na Palavra de Deus, que prima pela salvação das almas, levando o evangelho a toda a criatura e fazendo sempre a vontade de Deus, reconhecendo que o Senhor Jesus Cristo é o Senhor e Salvador de todos, para que os homens sejam servos obedientes e bons despenseiros da multiforme graça do Senhor. Contatos: 55.99998.3905.

IEADEMMAD

IEADEMMAD
IEADEMMAD

CONAMAD NO BRASIL - CONEMAD NO RIO GRANDE DO SUL - CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES

CONAMAD NO BRASIL - CONEMAD NO RIO GRANDE DO SUL - CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Judaísmo x Cristianismo 2

 ESTUDO APROFUNDADO

Judaísmo x Cristianismo

 

Texto base: Isaías 53, Textos do Talmud e a Profecia de Daniel 9.

 

PARTE 1 — ISAÍAS 52:13–53:12:

O Servo Sofredor

 Duas Leituras - O Texto em Questão



ESTUDO COMPLETO 2


Versículos selecionados:

  •        Isaías 52:13–15"Eis que o meu Servo prosperará; será exaltado, elevado e muito engrandecido... assim causará admiração a muitas nações; os reis fecharão a boca por causa dele."

  •         Isaías 53:1–12"Quem creu na nossa pregação?... Ele foi desprezado e rejeitado entre os homens, homem de dores... certamente levou as nossas enfermidades e carregou as nossas dores... mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e esmagado pelas nossas iniquidades... o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós... como um cordeiro foi levado ao matadouro... foi sepultado com os ímpios... embora não tenha praticado violência... e o Senhor teve o prazer de esmagá-lo com sofrimento... quando a sua alma se oferecer em sacrifício..."

 

1. LEITURA CRISTÃ — O SERVO = JESUS, O MESSIAS

A leitura cristã é unânime: o Servo é uma pessoa individual — o Messias — que sofre e morre pelos pecados de outrem.

  • Mateus 8:17 cita diretamente Isaías 53:4: "Ele tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças" — aplicando a Jesus.
  • João 12:38 cita Isaías 53:1 como explicação por que muitos não creram em Jesus.
  • Atos 8:30–35 — Filipe explica ao eunuco que a passagem de Isaías 53 se refere a Jesus.
  • 1 Pedro 2:22–25 — cita Isaías 53:9,5 e 53:6: "Não cometeu pecado... pelas suas feridas fostes sarados".

Argumentos principais:

1.         O Servo sofre por outros ("pelas nossas transgressões") — não por seus próprios erros.

2.       É descrito como inocente ("não havia dolo na sua boca") — coisa que nunca se diz de Israel como nação.

3.       Morre e é sepultado, depois vive novamente ("prolongará os seus dias") — impossível para uma nação.

4.       É colocado em contraste com "o meu povo" (53:8) — logo, não é o povo, mas alguém distinto dele.

 

2. LEITURA JUDAICA — O SERVO = ISRAEL, O POVO DE DEUS

A leitura majoritária judaica hoje identifica o Servo como o próprio povo de Israel sofrendo entre as nações.

  • Isaías 49:3 — "Tu és o meu Servo, ó Israel" — Deus declara explicitamente que o Servo é Israel.
  • Rashi (1040–1105) — Comentário a Isaías 53: "O Servo é Israel, que sofre entre as nações, e elas o reconhecem no fim dos tempos."
  • Maimônides — não nega o sofrimento, mas ensina que o Messias não vem para sofrer, mas para reinar. O sofrimento é da nação, não do líder.

Argumentos principais:

1.         Quatro "Cânticos do Servo" em Isaías (42; 49; 50; 52–53) — em 49:3 Deus diz claramente: "Tu és meu Servo, Israel".

2.       O Servo "será exaltado" depois do sofrimento — Israel é exaltado após o exílio, não uma pessoa executada.

3.       Nunca na Torá ou nos Profetas há previsão de Messias que morre pelos pecados alheios — essa ideia não existe na literatura judaica anterior ao cristianismo.

4.       "Não fareis imagem nem semelhança" — aplicar isso a uma pessoa adorada como Deus = idolatria.

 

3. DETALHE CRUCIAL: As Fontes JUDIAS ANTIGAS também liam como MESSIÂNICA!

Antes de Rashi (séc. XI/XII), várias fontes judaicas interpretavam Isaías 53 como referindo-se ao Messias, não a Israel:

  • Targum de Isaías (séc. I–II d.C., tradução/paráfrase aramaica): abre 52:13 com: "Eis que o meu Servo, o MESSIAS, prosperará..." — lê claramente como figura messiânica individual!
  • Talmud (Babá Batra) — em trechos antigos, identifica o Messias como "o que sofre" com base em Isaías 53.
  • Pesikta Rabbati (séc. IX): o Messias sofre antes de reinar — ideia que já existia no judaísmo antes de ser "rejeitada" como resposta ao uso cristão.

Resumo: A leitura "Servo = Israel" se tornou dominante a partir do século XII, em grande parte como reação à pressão cristã — que usava Isaías 53 para provar que Jesus era o Messias e que os judeus o rejeitaram. A leitura messiânica não era invenção cristã, mas foi abandonada na comunidade judaica por causa da divergência sobre Jesus.

 

PARTE 2 — JESUS NAS FONTES RABÍNICAS E NO TALMUD

AVISO IMPORTANTE

 

As referências a "Yeshu" no Talmud não são biografias históricas de Jesus de Nazaré. A maioria dos relatos:

  • Aparecem em épocas diferentes da vida de Jesus (até 100 anos de diferença)
  • Detalhes não coincidem com os Evangelhos
  • Foram alterados e censurados ao longo dos séculos por autoridades cristãs
  • Muitas vezes referem-se a outras pessoas chamadas Yeshu, não a Jesus de Nazaré

 

1. AS PRINCIPAIS PASSAGENS

a. Sanhedrin 43a — Execução de Yeshu

"No dia da véspera da Páscoa, Yeshu ha-Notzri foi apedrejado e enforcado... Um arauto proclamou quarenta dias: 'Yeshu o Nazareno é levado a apedrejamento porque praticou feitiçaria, desviou o povo e o levou à idolatria. Quem souber algo em sua defesa, venha!' Mas ninguém apareceu."

Diferença com os Evangelhos: Jesus foi crucificado por romanos, não apedrejado por tribunal judeu; não houve proclamação de 40 dias. Os detalhes divergem — trata-se de uma versão polêmica, não histórica.

2. Sanhedrin 107b — Discípulo desobediente

Narra que Yeshu foi discípulo de Rabi Yehoshua ben Perahya (séc. II a.C. — um século ANTES de Jesus), se afastou do caminho reto, passou a adorar ídolos. Cronologia impossível — confirma que não é o Jesus dos Evangelhos.

3. Shabbat 104b / Sanhedrin 67a — Ben Stada / Ben Pandera

Mencionam "filho de Stada" ou "filho de Pandera" — alegando nascimento ilegítimo. Novamente, datas não coincidem com Jesus de Nazaré. Parecem referir-se a outra figura herética de época diferente.

4. O Que Rabi Nahmânides Disse (Debate de Barcelona, 1263)

No debate público entre cristãos e judeus, o rei exigiu que Nahmânides explicasse Isaías 53. Ele respondeu com honestidade notável:

"Seja como for, vós não encontrareis em nossos sábios, de maneira explícita, que o Servo sofredor seja o Messias... Mas eu, ousarei dizer que é possível, sim, que o Messias sofra e depois seja exaltado. Porém, ele deve sofrer antes de começar a reinar, e deve realizar todas as profecias de paz e governo — e isso Jesus não fez."

Ou seja: Nahmânides NÃO negou que o Messias pudesse sofrer — negou que Jesus tivesse feito a segunda parte: reinar e trazer a paz prometida.

5. Maimônides sobre Jesus (Leis dos Reis 11:10–12)

"Também a respeito de Jesus o Nazareno, que pensava ser o Messias e foi executado pelo tribunal — Daniel já havia profetizado a respeito dele: 'os renegados do teu povo se exaltarão para cumprir a visão, e tropeçarão'... Pois todos os profetas disseram que o Messias libertará Israel, salvará o povo, reunirá os exilados e confirmará os mandamentos — enquanto este causou que Israel fosse destruído pela espada, os sobreviventes dispersos e humilhados, e a Lei trocada por outra religião... Mas ninguém pode compreender os desígnios do Criador, pois seus caminhos não são os nossos. Toda essa obra de Jesus serviu para preparar o caminho, para que o Messias finalmente venha e todo o mundo saiba que o Reino pertence ao Senhor."

Surpreendente: Maimônides diz que Jesus fez parte do plano divino — mas como "preparação", NÃO como o próprio Messias. 

 

PARTE 3 — DANIEL 9:24–27:

 As Setenta Semanas — Cálculos e Interpretações

  

1. O TEXTO BÍBLICO - DANIEL 9:24–27

*"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua cidade santa, para acabar com a transgressão, para selar os pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e o profeta, e para ungir o Lugar Santíssimo.

Sabe e entende: desde a saída da palavra para restaurar Jerusalém até o Messias, o Príncipe, haverá sete semanas; e sessenta e duas semanas — será restaurada... Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será cortado e não terá nada... E na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferenda..."*

 

2. CÁLCULO CRISTÃO — 483 ANOS ATÉ JESUS

Fórmula: 7 semanas + 62 semanas = 69 semanas = 69 × 7 anos = 483 anos

Tabela:

Marco

Data proposta

Ordem de restaurar Jerusalém (Artaxerxes Longuano, Neemias 2:1)

444 a.C.

+ 483 anos

= ~ 30 d.C.

"O Ungido será cortado"

Jesus crucificado ~ 30–33 d.C.

70ª semana

ministério de 7 anos, metade = 3,5 anos duração do ministério público de Jesus

Conclusão cristã: A profecia aponta exatamente para a época de Jesus — "cortado" = morto; "faz cessar sacrifício" = seu sacrifício substitui os do Templo.

 

3. INTERPRETAÇÃO JUDAICA — NÃO É O MESSIAS DE JESUS

Objeções judaicas ao cálculo cristão:

1.         "Ungido" não é um só: o texto diz "até um Ungido, um Príncipe" e depois "depois de sessenta e duas semanas, um Ungido será cortado" — dois ungidos distintos, não o mesmo. O primeiro = governador ou sacerdote (ex.: Zorobabel), o segundo = figura posterior, não necessariamente o Messias final.

2.       Cálculo falha na contagem dos anos: os anos do calendário judaico/babilônico não coincidem exatamente com anos solares julianos; há lacunas e sobreposições — 444 a.C. + 483 não dá 30 d.C. exatamente (diferença de mais de 10 anos).

3.       "Fim de sacrifício" = coisa ruim, não boa: para os profetas, acabar com sacrifício sem arrependimento = maldição e desolação, não sacrifício perfeito. O texto continua: "abominação desoladora" — isso é inimigo destruindo o Templo, não Jesus.

4.       Nenhuma das promessas foi cumprida: Daniel 9:24 lista SEIS resultados que deveriam ocorrer nas 70 semanas:

  • ·        Acabar transgressão
  • ·        Pôr fim ao pecado
  • ·        Expiar iniquidade
  • ·        Trazer justiça eterna
  • ·        Selar visão e profecia
  • ·        Ungir Lugar Santíssimo

Visão judaica: NENHUM desses seis se cumpriu na época de Jesus. O pecado não acabou; a justiça eterna não veio; o Templo foi destruído, não ungido. Logo — a profecia ainda está por se cumprir no futuro.

 

4. QUADRO FINAL COMPARATIVO

Tabela:

Ponto

Cristianismo

Judaísmo

Isaías 53

Jesus = Servo sofredor pelos pecados

Servo = Israel sofrendo entre nações; leitura messiânica abandonada após séc. XII

Talmud sobre Jesus

Rejeitam como calúnias e distorções

Narram como desviador que praticou feitiçaria; reconhecem múltiplas figuras chamadas Yeshu

Daniel 9

483 anos = época exata de Jesus; "cortado" = crucificação

Cálculo impreciso; "Ungido" não é o Messias final; promessas não cumpridas

Messias sofre?

Sim — primeira vinda sofre, segunda vinda reina

Não — quando vier, fará TUDO de uma vez: paz, Templo, reino

Por que divergem?

Lêem "primeiro sofrimento, depois glória"

Lêem "glória e paz vêm PRIMEIRO — sem sofrimento prévio"

 

5. CONCLUSÃO COM RESPEITO

A divergência não é por falta de conhecimento ou má vontade. É por causa de uma premissa fundamental diferente:

  • ️ O cristianismo diz: O Messias veio em DUAS FASES — primeiro sofre, depois retorna em glória. Os profetas descreveram as duas fases sem separá-las.
  • ️ O judaísmo responde: Os profetas descreveram UMA ÚNICA VINDA — e tudo acontece de uma vez: paz, Templo, conhecimento de Deus. Se não cumpriu TUDO, NÃO é o Messias.

E essa diferença nasce de como se lêem as Escrituras, não de quem é melhor ou pior. Os dois povos amam o mesmo Deus, leem os mesmos profetas e esperam a era de justiça — mas discordam sobre quando e como ela chega.


Fontes Principais Consultadas:

  • Tanaj / Bíblia Hebraica (Torá, Profetas, Escritos)
  • Bíblia Cristã — Antigo e Novo Testamento
  • Maimônides — Mishné Torá, Hilchot Melachim (Leis dos Reis) 11:4, 11:10–12
  • Rashi — Comentário a Isaías 52–53
  • Talmud Bavli — Sanedrin, Avodá Zará
  • Chabad.org.br / Aish.com — Materiais educativos sobre fé judaica
  • Wikipédia / Artigos acadêmicos — Visões judaicas sobre Jesus; Debate Nahmânides
  • GotQuestions.org / CrossTalk — Perspectivas cristãs comparativas
  • Pesquisa e formatação e estudos - Pastor João Amilton.

Nenhum comentário:

Templo Sede

Templo Sede
Avenida José Firmino Vilande, 274, Bairro Mutirão, Palmeira das Missões

Congregação de Santo Augusto

Congregação de Santo Augusto
Rua Nonô Prates, 43, Bairro Santa Fé, Santo Augusto

Congregação Frederico Westphalen

Congregação Frederico Westphalen
Rua 137, sn, Bairro Distrito Industrial, Frederico Westphalen, RS

Congregação Irai

Congregação Irai
Rua Felisberto Reis, 323, Bairro Militar, Irai, RS

MESA DIRETORIA DA CONEMAD-RS - PERÍODO 2022-2026

MESA DIRETORIA DA CONEMAD-RS - PERÍODO 2022-2026
CONVENÇÃO ESTADUAL DOS MINISTROS EVANGÉLICOS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS MINISTÉRIO DE MADUREIRA NO ESTADO DO RIO GRANDE DOS SUL CONEMAD-RS

JUNTA CONCILIADORA - CONEMAD-RS

JUNTA CONCILIADORA - CONEMAD-RS
Presidência, Relatoria e Membrasia da Junta Conciliadora da Convenção das Igrejas Evangélicas das Assembleias de Deus Ministério de Madureira do Estado do Rio Grande do Sul - CONEMAD-RS.

CIBE-RS - CONFEDERAÇÃO DAS IRMÃS BENEFICENTES EVANGÉLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CIBE-RS - CONFEDERAÇÃO DAS IRMÃS BENEFICENTES EVANGÉLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
O que é CIBE? Fundada em 1968 pela saudosa Missionária ZÉLIA BRITO MACALÃO, a Confederação das Irmãs Beneficentes Evangélicas - CIBE, foi criada pela Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério de Madureira - CONAMAD, com a finalidade de ser um braço da igreja na ação social. Sua atuação baseia-se nos princípios fundamentais das Sagradas Escrituras e em conformidade com a legislação vigente. Cabe à CIBE desenvolver ações voltadas ao atendimento, amparo e acolhimento de necessitados e desamparados. Atualmente nossas Igrejas participam de apoio a asilos, orfanatos, abrigos, atuando na arrecadação e distribuição de gêneros alimentícios, remédios, agasalhos, cobertores, calçados e roupas. Palavra de Deus: "Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas" (Isaías 1.17). Venha fazer parte da CIBE você também!

SEMMAD-RS - SECRETARIA DE MISSÕES 2022-2026

SEMMAD-RS - SECRETARIA DE MISSÕES 2022-2026
Qual é o papel de uma Secretaria de missões? A Secretaria de Missões tem a obrigação de manter a igreja sempre bem informada a respeito de seus missionários e também da obra missionária de maneira geral e abrangente.

UMARDERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira

UMARDERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira
Composição da Diretoria da UMADERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira do Estado do Rio Grande do Sul para o quadriênio de 2023 a 2026.

DIRETORIA DO CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES

DIRETORIA DO CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES
ANO 2025

ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA MADUREIRA - ASSEMAD 2025/2026

ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA MADUREIRA - ASSEMAD 2025/2026
ANO 2025/2026

ASSOCIAÇÃO CASA DA SOPA DE IRAÍ

ASSOCIAÇÃO CASA DA SOPA DE IRAÍ
DIRETORIA ACSI - BIÊNIO 2024/2025

ASSEMBLÉIA DE DEUS MADUREIRA PALMEIRA DAS MISSÕES

ASSEMBLÉIA DE DEUS MADUREIRA PALMEIRA DAS MISSÕES
Fotografia tirada no dia 24 de janeiro de 2004, por ocasião da Congregação Palmeira das Missões pertencente ao Campo de Cruz Alta, pela presidente da época do Pastor ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES DOS SANTOS CAMPOS.inistério de Madureira em Palmeira das Missões

PÓRTICO NORTE DA ENTRADA DE PALMEIRA DAS MISSÕES

PÓRTICO NORTE DA ENTRADA DE PALMEIRA DAS MISSÕES
A cidade de Palmeira das Missões, esta localizada na Região Norte do Estado do Rio Grande do Sul, conhecida como a Capital da Erva Mate. Entre os episódios ocorridos no antigo município de Palmeira das Missões durante a Revolução Federalista de 1893, tem particular interesse o morticínio do Distrito de Boi Preto, um dos maiores da luta que, só encontra paralelo no genocídio da Mangueira de Pedra (Rio Negro, Bagé), que o precedeu e, segundo voz corrente, foi ainda maior. Afirma-se que naquela cidade da Fronteira Sul, os sacrificados por Adão de La Torre (e outros) somaram 410, enquanto na hecatombe serrana , conforme telegrama do comandante do massacre Firmino de Paula ao Presidente Júlio de Castilhos, atingiram 370. Formação Administrativa do município de Palmeira das Missões, cuja sede pertencia ao antigo 3.º Distrito do município de Cruz Alta, foi criado por força da Lei Provincial nº 928, de 6 de maio de 1874, com território desmembrado dos municípios de Cruz Alta e de Passo Fundo, se instalando definitivamente no 7 de abril do ano seguinte.