NOSSA MISSÃO
A Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira, tem a missão de fazer a diferença no Reino de Deus em Palmeira das Missões, no Rio Grande do Sul, no Brasil e em outros países do mundo. Pois nossos objetivos nos levam a sermos uma igreja alicerçada na Palavra de Deus primando pela salvação das almas, levando o evangelho a toda a criatura fazendo sempre a vontade de Deus, reconhecendo que o Senhor Jesus Cristo é o Senhor e Salvador de todos nós, para que os homens sejam servos obedientes e bons dispenseiros da multiforme graça do Senhor. Ministério de Madureira Uma Igreja Feliz! Contatos: 55.99998.3905.
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
A.G.O. 2026 ADMadureira
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 2026
No dia 17 de Janeiro de 2026, com início às 16 horas, com a direção e coordenação do Pastor Presidente, senhor JOÃO AMILTON DE ANUNCIAÇÃO, que proferiu uma oração inicial, foi dada a abertura oficial da Assembleia Geral Ordinário 2026, Eleição de Nova Diretoria 2026, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira.
O Pastor Presidente procedeu na leitura da Palavra de Deus, no Livro do Êxodo, no capítulo 18,13-18, que foi o tema central de sua pregação na aludida Assembleia Geral. Pelo mesmo foram dadas as devidas oportunidades e apresentados todos os Obreiros e Membros presentes, quando foram feitas referencias sobre os assuntos da eleição da Nova Diretoria, quando salientou que era chapa única, versando das demais atividades administrativas da Igreja Sede e das congregações, quando foi referenciado acerca do Estatuto Padrão e de suas prerrogativas legais.
Na continuidade, foi procedida a apresentação nova Diretoria Administrativa para o ano de 2026, quando colocada em votação, a nova diretoria foi aprovada por unanimidade, com a composição:
PRESIDÊNCIA:
Pastor JOÃO AMILTON DE ANUNCIAÇÃO.
VICE-PRESIDÊNCIA:
Primeiro Vice-Presidente, Pastor HERMÍNIO DA COSTA LIMA;
Segundo Vice-Presidente, Evangelista MOISÉS MENDES BATALHA.
SECRETARIA:
Primeiro Secretário, AIRTON DAMER MARQUES;
Segundo Secretário, GILSEMAR DANIEL BAGOLIN.
TESOURARIA:
Primeira Tesoureira, Missionária ODILA STEPHANINI BATALHA;
Segunda Tesoureira, Missionária ROSIMARI OLIVEIRA DA ROCHA.
CONSELHO FISCAL:
Presbítero GERVALINO DE MORA;
Diaconisa CLEUSA DE OLIVEIRA VARGAS;
Diaconisa OLINTA ROZANI NIEDERAUER GUTTER.
CIBEPAM:
A Confederação das irmãs Beneficentes Evangélicas da Sede e do Campo de Palmeira das Missões, ficou com a seguinte formação:
Presidente:
Pastora MARTHA VALÉRIA LOPES CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO;
Missionária ROSIMARI OLIVEIRA DA ROCHA;
Missionária ODILA STPHANINI BATALHA;
Missionária ÂNGELA MARA TEIXEIRA LIMA.
CONGREGAÇÃO DE IRAÍ:
Dirigente Pastor HERMÍNIO DA COSTA LIMA;
Segundo dirigente Evangelista VALDECIR FERNANDES.
RECEBIMENTO DE OBREIROS:
Presbítero AIRTON DAMER MARQUES;
Diácono PAULO MOREIRA;
Diaconisa SANDRA MARIA FERNANDES.
As demais atividades tratadas, todas foram tratadas nesta A.G.O., para o ano de 2026, sendo que ao final foi servido um coquetel a todos os presentes.
Deus abençoe a todos e feliz 2026.
Fotos:
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Estudo Salmo 3!
- 2º Samuel 15:14: "Então disse Davi a todos os seus oficiais que estavam com ele em Jerusalém: 'Levantai-vos e fujamos, porque não teremos escape de Absalão! Ide depressa, para que não se apresse ele, e nos alcance, e nos traga desgraça, e fira a cidade à espada!" (Momento da decisão de fugir).
- 2º Samuel 16:5-8: Narra a passagem de Davi por Bahurim, onde Semei, da família de Saul, o amaldiçoa e joga pedras, chamando-o de homem sanguinário, e Davi permite, vendo a mão de Deus.
- Salmo 3:1-3: "Ó Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! Muitos se levantam contra mim. Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus" (Expressa o desespero e a confiança em Deus em meio à perseguição).
- 2º Samuel 18:33: "Então o rei ficou profundamente abalado e subiu para o quarto, acima da porta, e chorou. E, enquanto chorava, dizia: 'Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera ter morrido em teu lugar! Absalão, meu filho, meu filho!" (O lamento profundo de Davi pela morte de seu filho).
- Esses trechos capturam a desolação, a fé, a humilhação e a dor de Davi durante a revolta que o forçou a deixar seu próprio palácio e seu povo.
- 1. Absalão: Se envolveu com orgulho, ambição, violência e desrespeito, culminando na rebelião contra seu pai, o Rei Davi, e na usurpação do trono, mas começou com a vingança pela irmã Tamar, que levou ao assassinato do meio-irmão Amnom, e se aprofundou com a relação pública com as concubinas de Davi, um ato simbólico de tomada de poder, segundo os principais pecados de Absalão:
- Fratricídio: Absalão matou seu meio-irmão Amnom, o primogênito de Davi, por vingança, pois Amnom havia estuprado sua irmã Tamar, mas também para remover um rival na sucessão.
- Rebelião e Usurpação: Ele conspirou e liderou um golpe contra Davi, forçando o rei a fugir de Jerusalém, buscando o trono de Israel por conta própria.
- Desonra: Em um ato de desafio e afirmação de poder, Absalão tomou as concubinas de seu pai em público, no terraço do palácio, cumprindo uma profecia sobre o julgamento de Davi e marcando sua própria rebelião.
- Vaidade e Manipulação: Absalão usava sua beleza e carisma para manipular o povo, agindo como juiz e conquistando corações para sua causa, com ambição desenfreada.
- 2. Aitofel: Era o conselheiro mais confiável de Davi, cuja sabedoria era comparada à de Deus. Sua traição foi sentida por Davi como uma dor profunda, levando-o a orar para que seus conselhos fossem confundidos. Ele aconselhou Absalão a tomar as concubinas de Davi e a persegui-lo, mas quando seu plano foi rejeitado por Husai, ele se enforcou por vergonha. Palavra de Deus sobre Aitofel: "Os conselhos que Aitofel dava naqueles dias eram considerados, tanto por Davi como por Absalão, como resposta de Deus a uma consulta" (2º Samuel 16:23). Aitofel tinha o dom da sabedoria.
- 3. Husai: Amigo de Davi, ele fingiu lealdade a Absalão para espionar e sabotar os planos de Aitofel, enviando informações cruciais para Davi através dos sacerdotes Zadoque e Abiatar.
- 4. Ziba: Servo de Saul, que se apresentou a Davi, mas depois traiu sua lealdade, mentindo sobre Mefibosete (filho de Jônatas) para ganhar favores de Davi, segundo 2 Samuel 16.
- 5. Simei: Um homem da tribo de Benjamim que insultou e amaldiçoou Davi enquanto ele fugia, jogando pedras nele, mas foi poupado por Davi, conforme 2 Samuel 16.
- A traição de Aitofel é um dos momentos mais dramáticos da história narrada na Bíblia Sagrada, sendo muitas vezes comparada à traiçãode Judas Iscariotes, pela profundidade da confiança quebrada e o mau caratismo contra àquele a quem deveria defender.
- Apoio a Absalão: Absalão passou quatro anos seduzindo o povo, agindo como juiz em Jerusalém e, quando se autoproclamou rei em Hebrom, a conspiração ganhou força, atraindo a maioria dos homens de Israel.
- A "Dúvida" ou Medo: A lealdade do povo mudou rapidamente, fazendo com que Davi se sentisse forçado a fugir de Jerusalém, pois a traição era maciça.
- Os Fies a Davi: Apesar do apoio popular a Absalão, Davi ainda mantinha leais soldados veteranos e conselheiros, como Joabe, Abisai e Itai, o geteu, que o ajudaram a organizar o contra-ataque.
- Consequência da Traição: A situação foi relatada como "um dia muito triste para todo o povo", pois a nação ficou dividida.
- Arrpendimento: No entanto, a bíblia também mostra que, após a morte de Absalão, o povo se arrependeu e buscou trazer Davi de volta, indicando que o apoio a Absalão foi, para muitos, uma decisão momentânea ou influenciada pela conspiração.
- Lição-chave: Mesmo um homem segundo o coração de Deus pode atravessar momentos de extrema dor, injustiça e humilhação.
- 2º Samuel 15:6: "Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo; assim furtava Absalão o coração dos homens de Israel."
- 2º Samuel 15:12: "...e a conjuração se fortificava, e vinha o povo, e ia crescendo com Absalão."
- 2º Samuel 15:13: "Então, veio um mensageiro a Davi, dizendo: O coração de cada um em Israel segue a Absalão."
- A Fuga de Davi: A rejeição foi tão grande que Davi sentiu necessidade de fugir de Jerusalém para não ser morto pelo filho (2º Samuel 15:14).
- A Traição de Aitofel: Aitofel, o conselheiro mais confiável de Davi, juntou-se a Absalão, o que fortaleceu a conspiração (2º Samuel 15:12).
- A Mudança de Opinião: Apesar do apoio inicial a Absalão, o povo de Israel voltou a ser leal a Davi após a morte de Absalão e a restauração da ordem, embora inicialmente estivessem divididos (2º Samuel 19:9-10).
- A Lealdade de Alguns: Nem todos abandonaram Davi. Seus soldados veteranos, como os quereteus, peleteus e os geteus (liderados por Itai), permaneceram leais (2º Samuel 15:18-21). A traição de Absalão foi um período de grande dor e provação na vida de Davi, que resultou no exílio temporário do rei de Jerusalém.
- Versículo 1 mostra a vasta dimensão dos adversários que se levantavam contra Davi.
- Versículo 2 indica que, além da perseguição física, havia zombaria e guerra psicológica, com muitos afirmando que Deus havia abandonado Davi.
- Versículo 3 contrasta a ameaça humana com a confiança de Davi na proteção divina, vendo Deus como seu escudo e glória.
- Versículo 4 destaca o clamor de Davi a Deus, mesmo em meio à fuga, e a resposta que ele recebe do "santo monte".
- Versículo 5 revela a paz interior de Davi, que conseguia dormir apesar de ser perseguido, confiando no sustento de Deus.
- Versículo 6 reitera a confiança de Davi, afirmando que não tem medo dos milhares que o cercam.
- Versículo 7 é um clamor por intervenção divina e justiça contra os inimigos.
- Versículo 8 conclui reconhecendo que a salvação vem do Senhor e pedindo a bênção de Deus sobre o seu povo.
- Em resumo, o Salmo 3 retrata a perseguição de Davi como uma traição generalizada e humilhante, superada pela sua inabalável confiança na proteção e ação salvadora de Deus.
- A gravidade da crise. "Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! Muitos se levantam contra mim".
- Davi descreve a proporção da traição. Não é uma ameaça isolada, mas uma rebelião em massa (quase todo o Israel seguiu Absalão). Ele sente-se cercado e numericamente inferior.
- A perseguição psicológica e teológica. "Muitos dizem de mim: Não há salvação para ele em Deus. (Selá)".
- Esta é a parte mais dolorosa. Seus inimigos, e talvez amigos temerosos, afirmam que Deus abandonou Davi, possivelmente referindo-se aos pecados passados de Davi (Bate-Seba e Urias) como causa da ruína. A "Selá" indica uma pausa para reflexão profunda sobre essa calúnia.
- A afirmação da fé (A virada). "Mas tu, Senhor, és o escudo que me protege, és a minha glória e o que exalta a minha cabeça". Davi contrapõe a voz dos homens com a verdade divina. Ele usa três metáforas:
- Escudo: Proteção total contra as setas da perseguição.
- Glória: A honra de Davi não vem do trono, mas de Deus.
- Exalta a cabeça: Deus restaurará sua posição e removerá a vergonha da fuga.
- O clamor respondido: "Com a minha voz clamo ao Senhor, e ele do seu santo monte me responde (Selá)". Apesar da distância física do Tabernáculo em Jerusalém (tomado por Absalão), Davi confia que Deus habita no monte santo e ouve o clamor do humilhado, não do usurpador.
- A paz sobrenatural: "Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou". Em meio a uma perseguição mortal, com risco de ser morto durante a noite, Davi dorme tranquilo. Isso demonstra que sua fé superou o medo, pois ele reconhece que sua vida depende de Deus, não de exércitos.
- A superação do medo: "Não temo dez milhares de pessoas que se levantam contra mim de todos os lados". A insônia do medo é substituída pela coragem da fé. Ele reconhece a força do inimigo ("dez milhares"), mas a ignora diante da grandeza de Deus.
- O pedido de intervenção e justiça: "Levanta-te, Senhor; salva-me, Deus meu; pois feriste no queixo todos os meus inimigos; quebraste os dentes aos ímpios". Davi pede a Deus que aja como um guerreiro. A metáfora de "quebrar os dentes" dos ímpios significa torná-los incapazes de causar dano, desarmando a crueldade da rebelião de Absalão.
- A conclusão teológica: "Do Senhor vem a salvação; sobre o teu povo seja a tua bênção (Selá)". Davi encerra declarando que a vitória não é política ou militar, mas divina. Ele também demonstra nobreza ao orar pela bênção sobre o povo de Israel, mesmo que este o tenha traído.
- Resumo da Experiência de Davi: O Salmo 3 mostra Davi transicionando de uma criação da realidade (perseguição e traição) para uma confiança na realidade divina (Deus é escudo), resultando em sono tranquilo e, eventualmente, na restauração de seu reinado.
- 1. Deus como Escudo e Protetor (Teologia da Proteção). O Senhor é um "escudo ao redor" (v. 3): Davi usa metáforas militares para descrever Deus. Ele não é apenas um escudo frontal, mas proteção total (ao redor), cobrindo o crente de todas as direções. A "Glória" e o "Levantador da Cabeça" (v. 3): Deus não apenas protege, mas restaura a dignidade. O termo "levanta a minha cabeça" indica que Deus tira Davi da vergonha, humilhação e desespero, restaurando sua posição e esperança.
- 2. A Confiança em Meio à Crise (Teologia da Esperança). Paz em meio à ansiedade (v. 5): O versículo "Deito-me e durmo, acordo, porque o Senhor me sustenta" é o centro do salmo. Ele destaca que a fé genuína produz descanso mental e físico (sono) mesmo quando o perigo é real e iminente, pois a segurança repousa no sustento divino, não nas circunstâncias. Ausência de medo (v. 6): A confiança em Deus é tão alta que o salmista afirma não temer "milhares" que o cercam.
- 3. A Soberania de Deus no Livramento (Teologia da Salvação). A salvação vem do Senhor (v. 8): Davi reconhece que sua libertação não depende de estratégias humanas, números do exército ou mérito próprio, mas exclusivamente do Senhor. Oração respondida do "santo monte" (v. 4): Ao clamar, Deus responde. O "santo monte" refere-se à presença de Deus (Jerusalém/Sião), indicando que Deus ouve o necessitado, mesmo quando ele está longe fisicamente, como Davi estava na fuga.
- 4. A Realidade do Sofrimento e da Oposição (Teologia do Lamento). Os adversários aumentam (v. 1): O Salmo não nega a dor. Davi é honesto sobre o grande número de inimigos que se levantam, incluindo amigos e familiares. A calúnia e a dúvida na fé (v. 2): Os inimigos dizem: "Não há salvação para ele em Deus". Este tema aborda a tentação de duvidar do cuidado de Deus em momentos de derrota, mas Davi rebate essa mentira com a verdade de que Deus é seu escudo.
- 5. O Caráter Messias e o "Justo Sofredor" (Teologia Messianica). Projeção de Cristo: O Salmo 3 inaugura o padrão do justo que é perseguido, caluniado e cercado, mas que recorre a Deus. Essa narrativa projeta-se sobre Jesus Cristo, o verdadeiro rei justo, que foi traído e cercado de inimigos, mas que confiou plenamente no Pai, tornando-o um salmo aplicável à perseguição e ao lamento cristão.
- 6. A Bênção de Deus sobre o Povo (Teologia Comunitária). A bênção é coletiva (v. 8): O salmo termina lembrando que, embora o foco seja o indivíduo, a salvação divina se estende a todo o povo de Deus. Davi, como líder, busca o bem da nação.
- Em suma, o Salmo 3 ensina que, mesmo no pior momento da vida, Deus continua sendo o protetor (escudo), o restaurador da honra (glória/cabeça erguida) e o Salvador, permitindo que o crente descanse, durma e tenha a vitória.
- Desconsidere o "não há salvação" (v. 2): Davi reconheceu que muitos diziam que Deus não o salvaria, mas ele escolheu não focar nas palavras dos inimigos. A primeira lição é entender que a opinião alheia ou o tamanho do problema não ditam a vontade de Deus.
- Reconheça Deus como seu Escudo e Glória (v. 3): Davi declara: "Mas tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória e o que exalta a minha cabeça". Isso significa que a proteção de Deus é inabalável e Ele restaura sua honra, mesmo quando tudo parece perdido.
- Acredite na Resposta da Oração (v. 4): "Com a minha voz clamei ao Senhor; ele ouviu-me desde o seu santo monte". Confie que Deus não é surdo aos seus clamores, mesmo que a resposta não seja imediata ou visível.
- Durma em Paz (v. 5): "Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou". A fé no Salmo 3 permite descansar e ter paz no meio da crise, sabendo que Deus o sustenta, em vez de passar noites em claro com medo.
- A Salvação Vem do Senhor (v. 8): O salmo termina com a certeza absoluta: "Do Senhor vem a salvação, e sobre o seu povo está a tua bênção". A vitória não depende dos governos ou das pessoas, mas do Senhor.
- Resumo: Quando dizem que Deus não vai agir, o Salmo 3 nos convida a orar, confiar que Ele é nosso escudo, descansar Nele e declarar que a salvação vem do Senhor, não das circunstâncias.
- 1. O Cenário da Adversidade (muitos inimigos, vozes negativas);
- 2. A Resposta de Fé (Deus é escudo, glória, exaltador da cabeça, sustenta o sono);
- 3. A Oração de Livramento (clama a Deus, pede que quebre os dentes dos ímpios);
- 4. A Conclusão Soberana (do Senhor vem a salvação e a bênção). A mensagem central é descansar em Deus, não se abalar pelas circunstâncias, e reconhecer que Ele é a fonte da verdadeira segurança e vitória.
Texto Base: Salmo 3 (Davi fugindo de Absalão).
- Muitos inimigos: A sensação de estar cercado e sozinho (Davi, seu próprio filho, o povo).
- Vozes de desânimo: A zombaria e a descrença alheia ("Deus não o salvará").
- A dor da traição: O conflito vindo de dentro da própria família.
- Escudo: Proteção contra ataques externos e internos.
- Glória: A fonte de toda honra e dignidade de Davi.
- Exalta a cabeça: Restaura a honra, dá dignidade e levanta o abatido.
- Paz em meio ao caos (vv. 5-6): Davi se deita, dorme e acorda porque o Senhor o sustém. Ignorar as vozes contrárias para ter paz. A certeza de não temer a "multidão".
- Pedido direto a Deus para agir contra os ímpios: Obediência a Deus.
- Quebra dos dentes dos ímpios: Simboliza a derrota e a incapacitação do inimigo.
- Reconhecimento da Soberania (v. 8): A salvação e a bênção vêm somente do Senhor.
- A Aplicação: Deus é o nosso refúgio seguro. Mesmo quando as ameaças são grandes e vêm de perto, Ele é a nossa força.
- Ação da Fé: Orar, descansar, confiar e não se desesperar.
- O poder da bênção do Senhor: A promessa de que a bênção de Deus está sobre o Seu povo, independente das circunstâncias.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
DEUS DE ISRAEL
DEUS É O REI ETERNO DE ISRAEL
- Tinham Medo e Insegurança: Sentiam-se desprotegidos e vulneráveis, desejando um líder forte para protegê-los de inimigos.
- A Desconfiança em Deus: A decisão de pedir um rei humano foi, na verdade, uma rejeição da liderança direta de Deus, que os havia guiado como seu Rei.
- A Rejeição de Saul: Deus permitiu o pedido, mas advertiu sobre os problemas que um rei humano traria (impostos, serviço militar, etc.). Saul, o primeiro rei, desobedeceu repetidamente a Deus, sendo rejeitado por Ele.
- O Sinal da Infidelidade: A monarquia em Israel tornou-se um ciclo de desobediência e idolatria, onde os reis frequentemente afastavam o povo de Deus, apesar das promessas de um reino eterno sob um descendente de Davi (o Messias).
- O Rei Verdadeiro: A história mostra que, embora o povo tenha rejeitado a Deus como Rei em favor de monarcas humanos, o plano de Deus incluía o Rei prometido, Jesus Cristo, que reina eternamente em justiça e amor, contrastando com os reinos falhos dos homens.
Deus desejava governar Israel diretamente, usando juízes e profetas, e não um rei humano.
a. Versículos-chave:
- “Mas eu sou o SENHOR teu Deus… não reconheças nenhum outro deus além de mim” (Oseias 13:4).
- “Eles não rejeitaram a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre eles” (1 Samuel 8:7).
b. Comentários, porque o plano de Deus incluía:
a. Segurança divina (Lv 26:6–8)
Prosperidade agrícola e econômica (Dt 28:1–14)
Vitória sobre inimigos pela intervenção direta de Deus (Js 23:10)
Santidade nacional (Ex 19:5–6)
Ou seja, Israel seria único entre todas as nações, tendo Deus como Rei.
📌 2. “SE TIVESSEM ME OBEDECIDO”: O QUE DEUS MESMO DIZ QUE TERIA ACONTECIDO
A Bíblia contém declarações claras de Deus sobre “como teria sido” se Israel tivesse permanecido fiel a Ele como Rei.
2.1 Israel teria paz contínua
“Oh! Se o meu povo me tivesse ouvido… Eu teria logo subjugado os seus inimigos.”
(Salmo 81:13–14)
Comentários:
Deus afirma que Ele mesmo derrotaria inimigos, sem necessidade de exércitos massivos ou alianças políticas.
Sem reis humanos, não haveria guerras internas por poder.
2.2 Prosperidade estável e permanente
“A sua prosperidade duraria para sempre.”
(Salmo 81:16)
“Te abrirá o SENHOR o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva… emprestarás a muitas nações e não tomarás emprestado.”
(Deuteronômio 28:12)
Comentários:
A economia seria sustentada por Deus.
Israel seria mundialmente influente sem depender de reis humanos.
2.3 Israel seria uma luz espiritual para o mundo
“Todas as nações da terra verão que és chamado pelo nome do SENHOR.”
(Dt 28:10)
Comentários:
Israel teria sido um testemunho vivo da autoridade de Deus.
A teocracia mostraria ao mundo como é viver sob a sabedoria divina.
📌 3. COMO ISRAEL ESTARIA HOJE SE DEUS FOSSE AINDA O REI DIRETO?
Com base nos versículos acima, podemos inferir alguns cenários coerentes com a teologia bíblica.
3.1 Israel seria politicamente estável
Sem reinos divididos (1Rs 12), sem tiranos (1Sm 8:11–18), sem corrupção monárquica.
“Eu o guardaria em perfeita paz, porque em mim confia.”
(cf. Isaías 26:3)
3.2 Todos os vizinhos hostis seriam neutralizados pelo próprio Deus
Israel vive cercado de inimigos, mas sob o reinado direto de Deus:
“Um só homem dentre vós perseguirá mil, pois o SENHOR, vosso Deus, é quem peleja por vós.”
(Josué 23:10)
Comentário:
Deus afirma que Ele mesmo seria o Exército de Israel.
Conflitos históricos e contemporâneos provavelmente não existiriam.
3.3 Israel seria a nação mais próspera da terra
“O SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda.”
(Dt 28:13)
Comentário:
Liderança econômica global
Avanço tecnológico e agrícola ainda maiores
Sem dependência de ajudas externas ou acordos frágeis
3.4 Israel seria espiritualmente unificado
Sem idolatria, sem seitas, sem afastamento da Torá e dos profetas.
“E eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.”
(Jeremias 31:33)
Comentário:
A moral nacional seria estável.
A justiça seria administrada sob a Lei de Deus, não por partidos políticos.
3.5 O Messias teria sido recebido plenamente?
Aqui entramos em terreno hipotético, mas coerente com o texto bíblico:
Se Israel tivesse permanecido fiel, não rejeitando Deus como Rei, muitos teólogos sugerem que:
O ambiente espiritual seria mais propício para reconhecer o Messias.
A rejeição nacional ocorrida em João 1:11 poderia ter tido outra dinâmica.
Mas mesmo assim, o plano redentor de Deus seguiria o mesmo propósito.
📌 4. A BÍBLIA TAMBÉM MOSTRA O QUE ACONTECEU POR CAUSA DO REI HUMANO
Quando Israel pediu um rei, Deus avisou:
1 Samuel 8:11–18
Impostos pesados
Servidão
Exército compulsório
Exploração
Oração não respondida (“naquele dia clamareis… mas o SENHOR não vos ouvirá” – v.18)
Tudo isso realmente aconteceu na história de Israel.
📌 5. CONCLUSÃO BÍBLICA
📍 Se Israel tivesse permanecido com Deus como Rei:
(1) Teria paz contínua (Sl 81:13–14)
(2) Teria prosperidade máxima (Dt 28:11–12, Sl 81:16)
(3) Seria líder entre as nações (Dt 28:10,13)
(4) Seria espiritualmente exemplar (Ex 19:5–6)
(5) Deus mesmo destruiria seus inimigos (Js 23:10)
(6) Não sofreria divisões internas nem decadência moral (1Sm 8:7–18)
Ou seja:
Israel seria hoje a nação mais segura, próspera, espiritual e estável do mundo — governada diretamente por Deus.
Exatamente o que Deus queria desde o início
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Sonho x Realidade
Título: Do Sonho à Realidade: A Teologia da Espera e do Milagre
Texto Base: Gênesis 37:5-11 (O sonho de José)
Leitura Complementar: Habacuque 2:3 e Salmos 126:1-6
1. Introdução: A Natureza Profética do Sonho
Todos nós temos aspirações, mas existe uma diferença fundamental entre um desejo humano e um sonho divino. O sonho divino é uma semente de eternidade plantada no tempo presente.
Aprofundamento Bíblico:
Joel 2:28: "Derramarei o meu Espírito sobre toda a carne... os vossos velhos sonharão sonhos, os vossos jovens terão visões." O sonho é uma manifestação do Espírito.
Habacuque 2:3: "Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não falhará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará."
A Tese: O sonho é a promessa de Deus visualizada; o processo é o caráter de Deus forjado; o milagre é a soberania de Deus revelada.
2. O Desenvolvimento (A Jornada do Patriarca)
I. A Origem do Sonho (A Soberania Divina)
Leitura: Gênesis 37:5-7
O sonho de José não foi produto da sua vaidade, mas da soberania de Deus. Deus mostra o final antes do começo para que tenhamos esperança durante o meio.
O princípio da Eleição: José não escolheu sonhar; ele foi escolhido para portar um destino.
Jó 42:2: "Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido." Quando Deus dá um sonho, Ele empenha a Sua onipotência para cumpri-lo.
Aplicação: O tamanho do seu sonho revela o tamanho do Deus que habita em si. Se o sonho cabe no seu bolso, é seu. Se o sonho exige um milagre, é de Deus.
II. O Vale da Contradição (O Crisol da Fé)
Esta é a fase mais crítica. É o "Sábado de Silêncio" entre a Sexta da Paixão e o Domingo da Ressurreição.
O Paradoxo da Promessa:
Salmos 105:17-19 (ARA): "Enviou adiante deles um homem, José... Até que se cumpriu a sua palavra, a palavra do SENHOR o provou."
No original hebraico, a ideia de "provou" remete ao processo de refinar metais preciosos. A promessa não veio para facilitar a vida de José, mas para refiná-lo.
A Pedagogia do Sofrimento:
1 Pedro 1:6-7: A prova da fé é "muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo".
Romanos 5:3-4: "A tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança."
José foi jogado no poço e vendido. A geografia mudou (de Canaã para o Egito), o status mudou (de filho para escravo), mas a promessa permaneceu intacta.
A Lição Teológica: O silêncio de Deus não é ausência de Deus; é o intervalo onde Ele troca a nossa força humana pela confiança absoluta n'Ele.
III. A Manifestação do Milagre (O Kairós)
Leitura: Gênesis 41:14 ("Então Faraó mandou chamar a José, e o fizeram sair logo do calaboço...")
O milagre é a interrupção da ordem natural pela ordem sobrenatural.
A Rapidez de Deus (De Repente):
José não teve tempo de se preparar humanamente. Ele saiu da prisão para o palácio num único dia.
Isaías 43:19: "Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo à luz; porventura não a percebeis?"
O milagre não respeita protocolos humanos ou filas de espera. Quando chega o Kairós (tempo oportuno de Deus), o Chronos (tempo cronológico) se dobra.
O Propósito Redentivo do Milagre:
Gênesis 50:20: "Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida."
O milagre do seu sonho não é sobre o seu conforto pessoal, mas sobre quantas vidas serão abençoadas através da sua vitória.
3. Ilustração Aprofundada: A Semente e a Escuridão
"Quando você planta uma semente, você precisa cobri-la com terra. Para a semente, esse momento parece um enterro. Está escuro, há peso sobre ela, e ela está sozinha.
Muitos cristãos confundem plantação com sepultamento.
José parecia enterrado numa prisão no Egito. Mas ele não estava sepultado; ele estava plantado.
João 12:24: 'Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.'
O processo da contradição é apenas a casca da semente a quebrar-se para que a vida de Deus brote."
4. Conclusão e Apelo
Não abortem os vossos sonhos no tempo da provação. A contradição é o cenário onde o milagre é ensaiado.
Versículo Final de Encorajamento:
Filipenses 1:6: "Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo."
Oração Final:
"Pai, oramos não apenas pelo milagre, mas pela estrutura para suportá-lo. Fortalece os joelhos vacilantes e levanta as mãos caídas. Que a nossa fé não dependa do que vemos, mas da Tua Palavra que é imutável. Transforma a nossa cova em alicerce e a nossa prisão em palácio, para a Glória do Teu Nome. Amém."
Notas Exegéticas para o Pregador
Palavra-chave (Hebraico): Imrah (Palavra/Promessa em Sl 105:19). Refere-se à palavra falada de Deus que tem poder criativo e purificador.
Contexto Histórico: José tinha cerca de 17 anos quando sonhou e 30 quando governou. Foram 13 anos de "escola de Deus". O milagre encerrou um ciclo de humilhação para iniciar um ciclo de honra.
sábado, 1 de novembro de 2025
"A CURA QUE VEM DA OBEDIÊNCIA"
Texto Base: 2º Reis 5:1–27 - Então desceu, e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou-se como a carne de um menino, e ficou purificado.
INTRODUÇÃO
Muitas pessoas querem o milagre, mas não querem obedecer ao processo que Deus estabeleceu. Naamã tinha poder, fama e vitórias, mas lhe faltava aquilo que nenhum título pode comprar: cura e salvação.
1. QUEM ERA NAAMÃ?
CONTEXTO HISTÓRICO
- Síria (Aram) era uma nação poderosa, frequentemente
inimiga de Israel.
- Naamã era o comandante supremo,
equivalente hoje a um Ministro da Defesa.
- Era honrado nos palácios — porém rejeitado
na sociedade pela lepra.
- Lepra simbolizava pecado, vergonha
e morte lenta.
🔎 Aplicação: Não importa o quão grande alguém seja — todo ser humano tem um “porém” que só Deus pode resolver.
2. UMA MENINA SEM
NOME – MAS COM GRANDE PROPÓSITO
“E saíram tropas da Síria, e da terra
de Israel levaram presa uma menina, que ficou ao serviço da mulher de Naamã. E
disse ela à sua senhora: Tomara que o meu senhor estivesse diante do profeta
que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra” (2º Reis 5:2-3).
- Uma cativa, sem nome e sem direitos.
- Poderia ter guardado mágoa… mas escolheu revelar
esperança.
- O milagre começou com uma palavra de fé.
🙌 Deus usa pessoas comuns
para abrir portas extraordinárias.
3. NAAMÃ BUSCA CURA
NO LUGAR ERRADO
Naamã vai ao rei de Israel, pensando que cura se compra : “Leva contigo dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez mudas de vestes” (2º Reis 5:5).
O rei se desespera: “Acaso sou Deus, para matar e vivificar?”
- 2 Reis 5:7.
💡 Muitos tentam resolver suas
dores com: dinheiro, status, influência. Isso é religião sem relacionamento. Mas
a cura verdadeira vem somente do Deus vivo!
4. O ENCONTRO COM O
PROFETA ELISEU
Eliseu nem sai de casa: “Vai,
e lava-te sete vezes no Jordão,
e a tua carne será restaurada e ficarás limpo” - 2 Reis 5:10.
Três problemas de Naamã:
1️⃣ ORGULHO → Queria honra, não
simples obediência
2️⃣ EXPECTATIVAS ERRADAS → Pensou
que o milagre seguiria seu padrão
3️⃣ DESPREZO DO PROCESSO → Achou
o Jordão inferior aos rios de Damasco.
“Porventura, não são Abana e Farfar,
rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel?” - 2 Reis 5:12.
🔥 O milagre estava no ato
de obedecer, não na qualidade da água.
5. A FÉ QUE
MERGULHA
Naamã quase voltou para casa leproso
- Mas os servos o aconselham com humildade:
“Meu pai, se o profeta te dissesse
alguma coisa difícil, porventura não a farias?” - 2 Reis 5:13.
Então ele se rende:
“Desceu, e mergulhou no Jordão sete
vezes… e a sua carne tornou como a carne de um menino, e ficou limpo” - 2 Reis 5:14.
LIÇÃO:
- Obediência completa → milagre completo
- Cura física + transformação espiritual:
“Eis que agora sei que em toda a
terra não há Deus, senão em Israel” - 2 Reis 5:15.
Naamã não apenas sarou, mas se
converteu!
6. A COBIÇA DE
GEAZI — O PECADO APÓS O MILAGRE
“Porém Geazi… disse: Eis que o meu
senhor poupou a este sírio… Eu correrei
após ele e dele tomarei alguma coisa” - 2 Reis 5:20.
Geazi mente ao profeta e a Naamã (v.
22) e guarda o dinheiro em segredo (v. 24).
Eliseu confronta:
“Porventura era ocasião para tomares
prata, e para tomares vestidos…? Portanto… a lepra de Naamã se pegará a ti e à
tua descendência” - 2 Reis 5:26-2.
❌ Geazi queria o lucro do
milagre — mas aprendeu que:
- O ministério não é negócio,
- A unção não está à venda,
- Cobiça gera maldição.
7. CONCLUSÃO — 3
CHAMADOS AO CORAÇÃO
1️⃣ Como Naamã → Desça
do orgulho e mergulhe na obediência
2️⃣ Como a menina israelita → Seja um mensageiro
da esperança
3️⃣ Não como Geazi → Não corrompa o que
Deus faz com interesse pessoal
APELO E ORAÇÃO FINAL
Hoje Deus quer não
apenas curar sua lepra emocional e espiritual, mas transformar seu
coração, como fez com Naamã. Senhor nosso Deus e Pai,
nós nos colocamos diante da Tua santa presença reconhecendo que Tu és o único
Deus vivo e verdadeiro, assim como Naamã declarou: “Agora sei que em toda a terra não há Deus, senão em Israel.”
Hoje também afirmamos: Tu és o nosso único
Deus! Pai amado, confessamos diante de Ti os nossos pecados.
Reconhecemos que muitas vezes, como Naamã, deixamos o orgulho nos afastar do
Teu propósito. Tentamos viver pela força do nosso próprio braço, buscamos
soluções no dinheiro, no status, na opinião de pessoas, quando na verdade só o
Senhor tem o poder de curar o corpo, restaurar a alma e salvar o espírito. Tem
misericórdia de nós, Senhor! Lava-nos de toda soberba, de toda resistência ao
agir do Teu Espírito. Perdoa as vezes em que ignoramos a Tua voz, em que
preferimos nossos próprios caminhos, quando deveríamos apenas obedecer com
humildade e confiança. Nós nos arrependemos sinceramente de toda desobediência,
incredulidade e pecado que contaminou nossa vida. Ó Deus, como Naamã desceu ao
Jordão, nós também descemos diante de Ti.
Mergulhamos no Teu perdão, mergulhamos na Tua graça, mergulhamos na Tua
purificação completa. Que o sangue de Jesus nos lave de toda mancha, toda
culpa, toda impureza e nos restaure por inteiro. Faz de nós uma nova criação, com
um novo coração sensível ao Teu querer. Agradecemos, Pai, pela cura que vem da
Tua mão. Obrigado porque Tu és o Deus que sara, que transforma e que muda
histórias. Obrigado porque a Tua cura vai além do físico — Tu curas as feridas
emocionais, libertas da opressão espiritual e restauras aquilo que ninguém mais
poderia tocar. Obrigado porque onde havia morte, o Senhor gera vida! Onde havia
vergonha, o Senhor veste de honra. Onde havia pecado, o Senhor derrama graça. Senhor,
entregamos a Ti toda a glória. Não queremos aceitar ou buscar o que não veio de
Ti, como fez Geazi. Guarda-nos de toda cobiça, de toda falsidade, de toda
tentativa de lucrar com aquilo que é santo. Que o nosso coração seja sincero
diante de Ti, que sejamos servos fiéis e comprometidos com a Tua verdade e a
Tua vontade. Faz de nós testemunhas vivas do Teu milagre, assim como aquela
menina foi instrumento da Tua graça. Que possamos anunciar com ousadia e amor
que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador,
e que somente Nele há cura verdadeira e eterna. E ao final desta oração,
declaramos: Somos Teus, Senhor! O nosso corpo, alma e espírito pertencem ao Teu
reino. Que o Teu Espírito Santo nos conduza a uma vida de santidade, de
obediência e de gratidão constante. Receba, Pai, a nossa adoração, o nosso
arrependimento, a nossa entrega e a nossa gratidão. Cremos que a partir de hoje
andaremos em novidade de vida, purificados, transformados e cheios da Tua
graça. Oramos assim, com fé, em nome do
Senhor Jesus Cristo, o nosso Salvador. Amém e amém!
Templo Sede
Avenida José Firmino Vilande, 274, Bairro Mutirão, Palmeira das Missões
Congregação de Santo Augusto
Rua Nonô Prates, 43, Bairro Santa Fé, Santo Augusto
Congregação Frederico Westphalen
Rua 137, sn, Bairro Distrito Industrial, Frederico Westphalen, RS
Congregação Irai
Rua Felisberto Reis, 323, Bairro Militar, Irai, RS
MESA DIRETORIA DA CONEMAD-RS - PERÍODO 2022-2026
CONVENÇÃO ESTADUAL DOS MINISTROS EVANGÉLICOS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS MINISTÉRIO DE MADUREIRA NO ESTADO DO RIO GRANDE DOS SUL CONEMAD-RS
JUNTA CONCILIADORA - CONEMAD-RS
Presidência, Relatoria e Membrasia da Junta Conciliadora da Convenção das Igrejas Evangélicas das Assembleias de Deus Ministério de Madureira do Estado do Rio Grande do Sul - CONEMAD-RS.
CIBE-RS - CONFEDERAÇÃO DAS IRMÃS BENEFICENTES EVANGÉLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
O que é CIBE? Fundada em 1968 pela saudosa Missionária ZÉLIA BRITO MACALÃO, a Confederação das Irmãs Beneficentes Evangélicas - CIBE, foi criada pela Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério de Madureira - CONAMAD, com a finalidade de ser um braço da igreja na ação social. Sua atuação baseia-se nos princípios fundamentais das Sagradas Escrituras e em conformidade com a legislação vigente. Cabe à CIBE desenvolver ações voltadas ao atendimento, amparo e acolhimento de necessitados e desamparados. Atualmente nossas Igrejas participam de apoio a asilos, orfanatos, abrigos, atuando na arrecadação e distribuição de gêneros alimentícios, remédios, agasalhos, cobertores, calçados e roupas. Palavra de Deus: "Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas" (Isaías 1.17). Venha fazer parte da CIBE você também!
SEMMAD-RS - SECRETARIA DE MISSÕES 2022-2026
Qual é o papel de uma Secretaria de missões? A Secretaria de Missões tem a obrigação de manter a igreja sempre bem informada a respeito de seus missionários e também da obra missionária de maneira geral e abrangente.
UMARDERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira
Composição da Diretoria da UMADERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira do Estado do Rio Grande do Sul para o quadriênio de 2023 a 2026.
DIRETORIA DO CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES
ANO 2025
ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA MADUREIRA - ASSEMAD 2025/2026
ANO 2025/2026
ASSOCIAÇÃO CASA DA SOPA DE IRAÍ
DIRETORIA ACSI - BIÊNIO 2024/2025
ASSEMBLÉIA DE DEUS MADUREIRA PALMEIRA DAS MISSÕES
Fotografia tirada no dia 24 de janeiro de 2004, por ocasião da Congregação Palmeira das Missões pertencente ao Campo de Cruz Alta, pela presidente da época do Pastor ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES DOS SANTOS CAMPOS.inistério de Madureira em Palmeira das Missões
PÓRTICO NORTE DA ENTRADA DE PALMEIRA DAS MISSÕES
A cidade de Palmeira das Missões, esta localizada na Região Norte do Estado do Rio Grande do Sul, conhecida como a Capital da Erva Mate. Entre os episódios ocorridos no antigo município de Palmeira das Missões durante a Revolução Federalista de 1893, tem particular interesse o morticínio do Distrito de Boi Preto, um dos maiores da luta que, só encontra paralelo no genocídio da Mangueira de Pedra (Rio Negro, Bagé), que o precedeu e, segundo voz corrente, foi ainda maior. Afirma-se que naquela cidade da Fronteira Sul, os sacrificados por Adão de La Torre (e outros) somaram 410, enquanto na hecatombe serrana , conforme telegrama do comandante do massacre Firmino de Paula ao Presidente Júlio de Castilhos, atingiram 370. Formação Administrativa do município de Palmeira das Missões, cuja sede pertencia ao antigo 3.º Distrito do município de Cruz Alta, foi criado por força da Lei Provincial nº 928, de 6 de maio de 1874, com território desmembrado dos municípios de Cruz Alta e de Passo Fundo, se instalando definitivamente no 7 de abril do ano seguinte.

