NOSSA MISSÃO

A Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira, tem a missão de fazer a diferença no Reino de Deus em Palmeira das Missões, no Rio Grande do Sul, no Brasil e em outros países do mundo. Pois nossos objetivos nos levam a sermos uma igreja alicerçada na Palavra de Deus primando pela salvação das almas, levando o evangelho a toda a criatura fazendo sempre a vontade de Deus, reconhecendo que o Senhor Jesus Cristo é o Senhor e Salvador de todos nós, para que os homens sejam servos obedientes e bons dispenseiros da multiforme graça do Senhor. Ministério de Madureira Uma Igreja Feliz! Contatos: 55.99998.3905.

IEADEMMAD

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CONAMAD NO BRASIL - CONEMAD NO RIO GRANDE DO SUL - CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

ORDENACAO PASTORAL!


O Pastor João Amilton de Anunciação, foi ordenado ao ministério pastoral durante a realização da Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira do Brasil - CONAMAD, pelo Presidente Nacional e Mundial das Assembleias de Deus Ministério de Madureira, Bispo Doutor Manoel Ferreira, pelos membros da Mesa Diretora Nacional e também pelo nosso Pastor Noé Vargas, então Presidente da Convenção Estadual dos Ministros Evangélicas das Assembleias de Deus no Estado do Rio Grande do Sul Ministério de Madureira - CONEMAD/RS, na Catedral da Baleia, Brasília/DF, no dia 21 de abril de 2008. 

Também se fazia presente naquele ato, o Pastor Isaque Saletti dos Santos, nosso mui digno Presidente da CONEMAD-RS e Presidente do Campo de Parobé, além de outros ministros gaúchos presentes naquela oportunidade.

Na ocasião, recebendo um broche pastoral do nosso querido líder, Pastor Noé Vargas, logo após a ordenação pastoral. 

Recordações!



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

100 Anos ADMM

 CENTENARIO DA AD MINISTÉRIO DE MADUREIRA!


100 anos da Assembleia de Deus MINISTÉRIO de MADUREIRA do Brasil CONAMAD e CONEMADS.

Parabéns a este lindo e grande Ministério de Madureira e a todos os nossos Bispos, Pastores, Missionários, Evangelistas, Presbítero, Diáconos, Cooperadores, Membros, Congregados e simpatizantes. 

Deus abençoe a todos nós Madureira. 



segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

A.G.O. 2026 ADMadureira

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 2026

 

No dia 17 de Janeiro de 2026, com início às 16 horas, com a direção e coordenação do Pastor Presidente, senhor JOÃO AMILTON DE ANUNCIAÇÃO, que proferiu uma oração inicial, foi dada a abertura oficial da Assembleia Geral Ordinário 2026, Eleição de Nova Diretoria 2026, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira. 

O Pastor Presidente procedeu na leitura da Palavra de Deus, no Livro do Êxodo, no capítulo 18,13-18, que foi o tema central de sua pregação na aludida Assembleia Geral. Pelo mesmo  foram dadas as devidas oportunidades e apresentados todos os Obreiros e Membros presentes, quando foram feitas referencias sobre os assuntos da eleição da Nova Diretoria, quando salientou que era chapa única, versando das demais atividades administrativas da Igreja Sede e das congregações, quando foi referenciado acerca do Estatuto Padrão e de suas prerrogativas legais. 

Na continuidade, foi procedida a apresentação nova Diretoria Administrativa para o ano de 2026, quando colocada em votação, a nova diretoria foi aprovada por unanimidade, com a composição: 


PRESIDÊNCIA:

Pastor JOÃO AMILTON DE ANUNCIAÇÃO.


VICE-PRESIDÊNCIA:

Primeiro Vice-Presidente, Pastor HERMÍNIO DA COSTA LIMA;

Segundo Vice-Presidente, Evangelista MOISÉS MENDES BATALHA.


SECRETARIA:

Primeiro Secretário, AIRTON DAMER MARQUES;

Segundo Secretário, GILSEMAR DANIEL BAGOLIN.


TESOURARIA:

Primeira Tesoureira, Missionária ODILA STEPHANINI BATALHA;

Segunda Tesoureira, Missionária ROSIMARI OLIVEIRA DA ROCHA.


CONSELHO FISCAL:

Presbítero GERVALINO DE MORA;

Diaconisa CLEUSA DE OLIVEIRA VARGAS;

Diaconisa OLINTA ROZANI NIEDERAUER GUTTER.


CIBEPAM:

A Confederação das irmãs Beneficentes Evangélicas da Sede e do Campo de Palmeira das Missões, ficou com a seguinte formação: 

Presidente:

Pastora MARTHA VALÉRIA LOPES CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO;

Missionária ROSIMARI OLIVEIRA DA ROCHA;

Missionária ODILA STPHANINI BATALHA;

Missionária ÂNGELA MARA TEIXEIRA LIMA.


CONGREGAÇÃO DE IRAÍ:

Dirigente Pastor HERMÍNIO DA COSTA LIMA;

Segundo dirigente Evangelista VALDECIR FERNANDES.


RECEBIMENTO DE OBREIROS: 

Presbítero AIRTON DAMER MARQUES;

Diácono PAULO MOREIRA;

Diaconisa SANDRA MARIA FERNANDES.


As demais atividades tratadas, todas foram tratadas nesta A.G.O., para o ano de 2026, sendo que ao final foi servido um coquetel a todos os presentes.

Deus abençoe a todos e feliz 2026.


Fotos:

AGO 2026

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

12 Dias de Clamor!

 

12 Dias de Clamor!


Estudo Salmo 3!

ESTUDO ESPOSITIVO DO SALMO 3
A Fuga do Rei Davi



Tema central: Paz em Deus em meio à perseguição

Autor: Rei Davi

Gênero:Salmo de lamento e confiança!




1. RELAÇÃO DOS FATOS ESCRITURÍSTICOS:


a. Salmo 3 - Bíblia On-line:

Palavra de Deus: "¹ Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim. ² Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus. (Selá.) ³ Porém tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória, e o que exalta a minha cabeça. ⁴ Com a minha voz clamei ao Senhor, e ouviu-me desde o seu santo monte. (Selá.) ⁵ Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou. ⁶ Não temerei dez milhares de pessoas que se puseram contra mim e me cercam. ⁷ Levanta-te, Senhor; salva-me, Deus meu; pois feriste a todos os meus inimigos nos queixos; quebraste os dentes aos ímpios. ⁸ A salvação vem do Senhor; sobre o teu povo seja a tua bênção. (Selá)" (Salmos 3:1-8).

b. Situação histórica:

As Escrituras Sagradas narram a história da Fuga de Davi durante a rebelião de Absalão, de acordo com a narração do Segundo Livro do Profeta Samuel (2º Samuel 15–18), também outras passagens relacionadas ao tema. Passagens relacionadas:
  • 2º Samuel 15:14: "Então disse Davi a todos os seus oficiais que estavam com ele em Jerusalém: 'Levantai-vos e fujamos, porque não teremos escape de Absalão! Ide depressa, para que não se apresse ele, e nos alcance, e nos traga desgraça, e fira a cidade à espada!" (Momento da decisão de fugir).
  • 2º Samuel 16:5-8: Narra a passagem de Davi por Bahurim, onde Semei, da família de Saul, o amaldiçoa e joga pedras, chamando-o de homem sanguinário, e Davi permite, vendo a mão de Deus.
  • Salmo 3:1-3: "Ó Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! Muitos se levantam contra mim. Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus" (Expressa o desespero e a confiança em Deus em meio à perseguição).
  • 2º Samuel 18:33: "Então o rei ficou profundamente abalado e subiu para o quarto, acima da porta, e chorou. E, enquanto chorava, dizia: 'Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera ter morrido em teu lugar! Absalão, meu filho, meu filho!" (O lamento profundo de Davi pela morte de seu filho).
  • Esses trechos capturam a desolação, a fé, a humilhação e a dor de Davi durante a revolta que o forçou a deixar seu próprio palácio e seu povo.



2. CONTEXTO HISTÓRICO E ESPIRITUAL


O Salmo 3 é o primeiro salmo com título histórico. Ele foi escrito quando Davi fugia do próprio filho, Absalão, que havia conspirado para tomar o trono.

O Rei Davi durante a rebelião de seu próprio filho, Absalão, que o forçou a fugir de Jerusalém por usurpar seu trono, sendo uma oração de angústia, que trata da perseguição e da traição familiar, mas também demonstra uma profunda confiança em Deus como seu escudo, glória e salvador, mesmo diante de muitos inimigos, clamaou por livramento e reconhecendo que a salvação veio do Senhor que tomou todas as providências para salvá-lo.

a. Aspectos importantes do contexto:

O Rei Davi perde o trono, o respeito público, a segurança física, porque foi traído pelo próprio filho e por seus conselheiros próximos:
  • 1. Absalão: Se envolveu com orgulho, ambição, violência e desrespeito, culminando na rebelião contra seu pai, o Rei Davi, e na usurpação do trono, mas começou com a vingança pela irmã Tamar, que levou ao assassinato do meio-irmão Amnom, e se aprofundou com a relação pública com as concubinas de Davi, um ato simbólico de tomada de poder, segundo os principais pecados de Absalão:
    • Fratricídio: Absalão matou seu meio-irmão Amnom, o primogênito de Davi, por vingança, pois Amnom havia estuprado sua irmã Tamar, mas também para remover um rival na sucessão.
    • Rebelião e Usurpação: Ele conspirou e liderou um golpe contra Davi, forçando o rei a fugir de Jerusalém, buscando o trono de Israel por conta própria.
    • Desonra: Em um ato de desafio e afirmação de poder, Absalão tomou as concubinas de seu pai em público, no terraço do palácio, cumprindo uma profecia sobre o julgamento de Davi e marcando sua própria rebelião.
    • Vaidade e Manipulação: Absalão usava sua beleza e carisma para manipular o povo, agindo como juiz e conquistando corações para sua causa, com ambição desenfreada.
  • 2. Aitofel: Era o conselheiro mais confiável de Davi, cuja sabedoria era comparada à de Deus. Sua traição foi sentida por Davi como uma dor profunda, levando-o a orar para que seus conselhos fossem confundidos. Ele aconselhou Absalão a tomar as concubinas de Davi e a persegui-lo, mas quando seu plano foi rejeitado por Husai, ele se enforcou por vergonha. Palavra de Deus sobre Aitofel: "Os conselhos que Aitofel dava naqueles dias eram considerados, tanto por Davi como por Absalão, como resposta de Deus a uma consulta" (2º Samuel 16:23). Aitofel tinha o dom da sabedoria.
  • 3. Husai: Amigo de Davi, ele fingiu lealdade a Absalão para espionar e sabotar os planos de Aitofel, enviando informações cruciais para Davi através dos sacerdotes Zadoque e Abiatar.
  • 4. Ziba: Servo de Saul, que se apresentou a Davi, mas depois traiu sua lealdade, mentindo sobre Mefibosete (filho de Jônatas) para ganhar favores de Davi, segundo 2 Samuel 16.
  • 5. Simei: Um homem da tribo de Benjamim que insultou e amaldiçoou Davi enquanto ele fugia, jogando pedras nele, mas foi poupado por Davi, conforme 2 Samuel 16.
  • A traição de Aitofel é um dos momentos mais dramáticos da história narrada na Bíblia Sagrada, sendo muitas vezes comparada à traiçãode Judas Iscariotes, pela profundidade da confiança quebrada e o mau caratismo contra àquele a quem deveria defender.

b. O Povo Duvidou do Rei:

A Palavra de Deus diz que sim, pois durante a traição de Absalão, grande parte do povo de Israel duvidou da liderança de Davi e apoiou o filho rebelde. Absalão conquistou o coração dos israelitas através de manipulação, simulando justiça e prometendo melhorias no governo, o que fez com que "quase todos no reino" se voltassem contra Davi. Aqui estão os pontos chave sobre a reação do povo:
  • Apoio a Absalão: Absalão passou quatro anos seduzindo o povo, agindo como juiz em Jerusalém e, quando se autoproclamou rei em Hebrom, a conspiração ganhou força, atraindo a maioria dos homens de Israel.
  • A "Dúvida" ou Medo: A lealdade do povo mudou rapidamente, fazendo com que Davi se sentisse forçado a fugir de Jerusalém, pois a traição era maciça.
  • Os Fies a Davi: Apesar do apoio popular a Absalão, Davi ainda mantinha leais soldados veteranos e conselheiros, como Joabe, Abisai e Itai, o geteu, que o ajudaram a organizar o contra-ataque.
  • Consequência da Traição: A situação foi relatada como "um dia muito triste para todo o povo", pois a nação ficou dividida.
  • Arrpendimento: No entanto, a bíblia também mostra que, após a morte de Absalão, o povo se arrependeu e buscou trazer Davi de volta, indicando que o apoio a Absalão foi, para muitos, uma decisão momentânea ou influenciada pela conspiração.
  • Lição-chave: Mesmo um homem segundo o coração de Deus pode atravessar momentos de extrema dor, injustiça e humilhação.

c. Versículos Chave sobre o Apoio do Povo a Absalão:

  • 2º Samuel 15:6: "Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo; assim furtava Absalão o coração dos homens de Israel."
  • 2º Samuel 15:12: "...e a conjuração se fortificava, e vinha o povo, e ia crescendo com Absalão."
  • 2º Samuel 15:13: "Então, veio um mensageiro a Davi, dizendo: O coração de cada um em Israel segue a Absalão."

d. Pontos Principais sobre a Crise:
  • A Fuga de Davi: A rejeição foi tão grande que Davi sentiu necessidade de fugir de Jerusalém para não ser morto pelo filho (2º Samuel 15:14).
  • A Traição de Aitofel: Aitofel, o conselheiro mais confiável de Davi, juntou-se a Absalão, o que fortaleceu a conspiração (2º Samuel 15:12).
  • A Mudança de Opinião: Apesar do apoio inicial a Absalão, o povo de Israel voltou a ser leal a Davi após a morte de Absalão e a restauração da ordem, embora inicialmente estivessem divididos (2º Samuel 19:9-10).
  • A Lealdade de Alguns: Nem todos abandonaram Davi. Seus soldados veteranos, como os quereteus, peleteus e os geteus (liderados por Itai), permaneceram leais (2º Samuel 15:18-21). A traição de Absalão foi um período de grande dor e provação na vida de Davi, que resultou no exílio temporário do rei de Jerusalém.



3. ESTRUTURA DO SALMO 3:


O Salmo 3 foi escrito por Davi durante um dos momentos mais trágicos de sua vida: a fuga de Jerusalém devido à rebelião de seu próprio filho, Absalão (2º Samuel 15-18). A perseguição não era apenas física, mas uma traição familiar e política que trazia grande angústia. A perseguição descrita no Salmo 3 revela vários aspectos da situação de Davi: 
  • Versículo 1 mostra a vasta dimensão dos adversários que se levantavam contra Davi.
  • Versículo 2 indica que, além da perseguição física, havia zombaria e guerra psicológica, com muitos afirmando que Deus havia abandonado Davi.
  • Versículo 3 contrasta a ameaça humana com a confiança de Davi na proteção divina, vendo Deus como seu escudo e glória.
  • Versículo 4 destaca o clamor de Davi a Deus, mesmo em meio à fuga, e a resposta que ele recebe do "santo monte".
  • Versículo 5 revela a paz interior de Davi, que conseguia dormir apesar de ser perseguido, confiando no sustento de Deus.
  • Versículo 6 reitera a confiança de Davi, afirmando que não tem medo dos milhares que o cercam.
  • Versículo 7 é um clamor por intervenção divina e justiça contra os inimigos.
  • Versículo 8 conclui reconhecendo que a salvação vem do Senhor e pedindo a bênção de Deus sobre o seu povo.
  • Em resumo, o Salmo 3 retrata a perseguição de Davi como uma traição generalizada e humilhante, superada pela sua inabalável confiança na proteção e ação salvadora de Deus.



4. EXEGESE E EXPLICAÇÃO VERSO A VERSO


       Versículo 1: 
  • A gravidade da crise. "Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! Muitos se levantam contra mim". 
  • Davi descreve a proporção da traição. Não é uma ameaça isolada, mas uma rebelião em massa (quase todo o Israel seguiu Absalão). Ele sente-se cercado e numericamente inferior.
       Versículo 2:
  • A perseguição psicológica e teológica. "Muitos dizem de mim: Não há salvação para ele em Deus. (Selá)".
  • Esta é a parte mais dolorosa. Seus inimigos, e talvez amigos temerosos, afirmam que Deus abandonou Davi, possivelmente referindo-se aos pecados passados de Davi (Bate-Seba e Urias) como causa da ruína. A "Selá" indica uma pausa para reflexão profunda sobre essa calúnia.
       Versículo 3:
  • A afirmação da fé (A virada). "Mas tu, Senhor, és o escudo que me protege, és a minha glória e o que exalta a minha cabeça". Davi contrapõe a voz dos homens com a verdade divina. Ele usa três metáforas: 
    1. Escudo: Proteção total contra as setas da perseguição.
    2. Glória: A honra de Davi não vem do trono, mas de Deus.
    3. Exalta a cabeça: Deus restaurará sua posição e removerá a vergonha da fuga.
       Versículo 4:
  • O clamor respondido: "Com a minha voz clamo ao Senhor, e ele do seu santo monte me responde (Selá)". Apesar da distância física do Tabernáculo em Jerusalém (tomado por Absalão), Davi confia que Deus habita no monte santo e ouve o clamor do humilhado, não do usurpador.
       Versículo 5:
  • A paz sobrenatural: "Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou". Em meio a uma perseguição mortal, com risco de ser morto durante a noite, Davi dorme tranquilo. Isso demonstra que sua fé superou o medo, pois ele reconhece que sua vida depende de Deus, não de exércitos.
       Versículo 6:
  • A superação do medo: "Não temo dez milhares de pessoas que se levantam contra mim de todos os lados". A insônia do medo é substituída pela coragem da fé. Ele reconhece a força do inimigo ("dez milhares"), mas a ignora diante da grandeza de Deus.
       Versículo 7:
  • O pedido de intervenção e justiça: "Levanta-te, Senhor; salva-me, Deus meu; pois feriste no queixo todos os meus inimigos; quebraste os dentes aos ímpios". Davi pede a Deus que aja como um guerreiro. A metáfora de "quebrar os dentes" dos ímpios significa torná-los incapazes de causar dano, desarmando a crueldade da rebelião de Absalão.
    Versículo 8:
  • A conclusão teológica: "Do Senhor vem a salvação; sobre o teu povo seja a tua bênção (Selá)". Davi encerra declarando que a vitória não é política ou militar, mas divina. Ele também demonstra nobreza ao orar pela bênção sobre o povo de Israel, mesmo que este o tenha traído.
  • Resumo da Experiência de Davi: O Salmo 3 mostra Davi transicionando de uma criação da realidade (perseguição e traição) para uma confiança na realidade divina (Deus é escudo), resultando em sono tranquilo e, eventualmente, na restauração de seu reinado.



5. TEMAS TEOLÓGICOS DO SALMO 3


Aqui estão relacionados os principais temas teológicos detalhados desse Salmo:

    • 1. Deus como Escudo e Protetor (Teologia da Proteção). O Senhor é um "escudo ao redor" (v. 3): Davi usa metáforas militares para descrever Deus. Ele não é apenas um escudo frontal, mas proteção total (ao redor), cobrindo o crente de todas as direções. A "Glória" e o "Levantador da Cabeça" (v. 3): Deus não apenas protege, mas restaura a dignidade. O termo "levanta a minha cabeça" indica que Deus tira Davi da vergonha, humilhação e desespero, restaurando sua posição e esperança.
    • 2. A Confiança em Meio à Crise (Teologia da Esperança). Paz em meio à ansiedade (v. 5): O versículo "Deito-me e durmo, acordo, porque o Senhor me sustenta" é o centro do salmo. Ele destaca que a fé genuína produz descanso mental e físico (sono) mesmo quando o perigo é real e iminente, pois a segurança repousa no sustento divino, não nas circunstâncias. Ausência de medo (v. 6): A confiança em Deus é tão alta que o salmista afirma não temer "milhares" que o cercam.
    • 3. A Soberania de Deus no Livramento (Teologia da Salvação). A salvação vem do Senhor (v. 8): Davi reconhece que sua libertação não depende de estratégias humanas, números do exército ou mérito próprio, mas exclusivamente do Senhor. Oração respondida do "santo monte" (v. 4): Ao clamar, Deus responde. O "santo monte" refere-se à presença de Deus (Jerusalém/Sião), indicando que Deus ouve o necessitado, mesmo quando ele está longe fisicamente, como Davi estava na fuga.
    • 4. A Realidade do Sofrimento e da Oposição (Teologia do Lamento). Os adversários aumentam (v. 1): O Salmo não nega a dor. Davi é honesto sobre o grande número de inimigos que se levantam, incluindo amigos e familiares. A calúnia e a dúvida na fé (v. 2): Os inimigos dizem: "Não há salvação para ele em Deus". Este tema aborda a tentação de duvidar do cuidado de Deus em momentos de derrota, mas Davi rebate essa mentira com a verdade de que Deus é seu escudo.
    • 5. O Caráter Messias e o "Justo Sofredor" (Teologia Messianica). Projeção de Cristo: O Salmo 3 inaugura o padrão do justo que é perseguido, caluniado e cercado, mas que recorre a Deus. Essa narrativa projeta-se sobre Jesus Cristo, o verdadeiro rei justo, que foi traído e cercado de inimigos, mas que confiou plenamente no Pai, tornando-o um salmo aplicável à perseguição e ao lamento cristão.
    • 6. A Bênção de Deus sobre o Povo (Teologia Comunitária). A bênção é coletiva (v. 8): O salmo termina lembrando que, embora o foco seja o indivíduo, a salvação divina se estende a todo o povo de Deus. Davi, como líder, busca o bem da nação.
    • Em suma, o Salmo 3 ensina que, mesmo no pior momento da vida, Deus continua sendo o protetor (escudo), o restaurador da honra (glória/cabeça erguida) e o Salvador, permitindo que o crente descanse, durma e tenha a vitória.



6. APLICAÇÕES PARA A IGREJA HOJE


Aqui estão os pilares para confiar em Deus, de acordo com o drama vivenciado pelo Rei Davi, conforme relatos histórico da oração no Salmo 3:
  • Desconsidere o "não há salvação" (v. 2): Davi reconheceu que muitos diziam que Deus não o salvaria, mas ele escolheu não focar nas palavras dos inimigos. A primeira lição é entender que a opinião alheia ou o tamanho do problema não ditam a vontade de Deus.
  • Reconheça Deus como seu Escudo e Glória (v. 3): Davi declara: "Mas tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória e o que exalta a minha cabeça". Isso significa que a proteção de Deus é inabalável e Ele restaura sua honra, mesmo quando tudo parece perdido.
  • Acredite na Resposta da Oração (v. 4): "Com a minha voz clamei ao Senhor; ele ouviu-me desde o seu santo monte". Confie que Deus não é surdo aos seus clamores, mesmo que a resposta não seja imediata ou visível.
  • Durma em Paz (v. 5): "Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou". A fé no Salmo 3 permite descansar e ter paz no meio da crise, sabendo que Deus o sustenta, em vez de passar noites em claro com medo.
  • A Salvação Vem do Senhor (v. 8): O salmo termina com a certeza absoluta: "Do Senhor vem a salvação, e sobre o seu povo está a tua bênção". A vitória não depende dos governos ou das pessoas, mas do Senhor.
  • Resumo: Quando dizem que Deus não vai agir, o Salmo 3 nos convida a orar, confiar que Ele é nosso escudo, descansar Nele e declarar que a salvação vem do Senhor, não das circunstâncias.



7. ESBOÇO PARA PREGAÇÃO

a. Esboço primeiro, para pregação do Salmo 3:
Este esboço foca na confiança inabalável em Deus em meio a adversidades extremas, destacando a jornada de Davi fugindo de seu filho Absalão:
  • 1. O Cenário da Adversidade (muitos inimigos, vozes negativas);
  • 2. A Resposta de Fé (Deus é escudo, glória, exaltador da cabeça, sustenta o sono);
  • 3. A Oração de Livramento (clama a Deus, pede que quebre os dentes dos ímpios);
  • 4. A Conclusão Soberana (do Senhor vem a salvação e a bênção). A mensagem central é descansar em Deus, não se abalar pelas circunstâncias, e reconhecer que Ele é a fonte da verdadeira segurança e vitória.

b. Esboço Sugerido para Pregação do Salmo 3:
Tema: A Confiança Inabalável em Deus Diante da Perseguição

Texto Base: Salmo 3 (Davi fugindo de Absalão). 


I. A Realidade da Adversidade (vv. 1-2).  
  1. Muitos inimigos: A sensação de estar cercado e sozinho (Davi, seu próprio filho, o povo). 
  2. Vozes de desânimo: A zombaria e a descrença alheia ("Deus não o salvará").
  3. A dor da traição: O conflito vindo de dentro da própria família.
II. A Resposta de Fé e Confiança (vv. 3-6). Deus como Escudo, Glória e Exaltador (v. 3):
  1. Escudo: Proteção contra ataques externos e internos.
  2. Glória: A fonte de toda honra e dignidade de Davi.
  3. Exalta a cabeça: Restaura a honra, dá dignidade e levanta o abatido.
  4. Paz em meio ao caos (vv. 5-6): Davi se deita, dorme e acorda porque o Senhor o sustém. Ignorar as vozes contrárias para ter paz. A certeza de não temer a "multidão".
III. A Oração pela Intervenção Divina (vv. 7-8) Clamor por Livramento (v. 7): 
  1. Pedido direto a Deus para agir contra os ímpios: Obediência a Deus. 
  2. Quebra dos dentes dos ímpios: Simboliza a derrota e a incapacitação do inimigo. 
  3. Reconhecimento da Soberania (v. 8): A salvação e a bênção vêm somente do Senhor.
IV. Conclusão: 
  1. A Aplicação: Deus é o nosso refúgio seguro. Mesmo quando as ameaças são grandes e vêm de perto, Ele é a nossa força.
  2. Ação da Fé: Orar, descansar, confiar e não se desesperar.
  3. O poder da bênção do Senhor: A promessa de que a bênção de Deus está sobre o Seu povo, independente das circunstâncias.


FRASE DE IMPACTO PARA ENCERRAR

“Quem entrega a batalha a Deus pode deitar a cabeça no travesseiro da fé”.



FONTES DE PESQUISAS:
A história do Rei Davi, que viveu aproximadamente no século 11 a.C., é documentada por uma mistura de narrativas bíblicas, registros arqueológicos e estudos acadêmicos. As principais fontes e livros baseiam-se na sua trajetória como pastor, músico, líder militar e rei de Israel.
Aqui estão as fontes e livros sobre o período:

1. Fontes Primárias e BíblicasI e II Samuel: Narram a juventude de Davi, sua fuga de Saul, a ascensão ao trono e o reinado.
I Reis (Capítulos 1 e 2): Detalham os últimos dias e a morte de Davi.
I Crônicas: Foca no reinado de Davi, a preparação para o templo e sua linhagem.
Livro dos Salmos: Muitos dos Salmos são atribuídos a Davi, refletindo sua vida, fé, pecados e confiança em Deus.
Patriarcas e Profetas (Ellen G. White): Obra que relata os últimos anos e a vida de Davi.

2. Evidências ArqueológicasEstela de Tel Dan (Inscrição da "Casa de Davi"): Descoberta arqueológica que contém a referência extrabíblica mais antiga à "Casa de Davi", comprovando sua existência histórica.
Cidade de Davi (Jerusalém): Escavações conduzidas pela arqueóloga Eilat Mazar descobriram estruturas de pedra, como o "Palácio de Davi", datadas do século 10 a.C..
Cerâmica e Alfabetização: Achados em Khirbet Qeiyafa sugerem que o reino de Davi era mais organizado e letrado do que se supunha.

3. Livros de Pesquisa e Biografias"Davi: O Homem Segundo o Coração de Deus" (Hernandes Dias Lopes): Análise sobre a vida e o legado de Davi.
"Davi - O Pastor de Israel" (Barry Buzza): Estudo de liderança baseado na biografia de Davi.
"2 Samuel - Comentários Expositivos Hagnos" (Hernandes Dias Lopes): Triunfos e adversidades do Rei Davi.
"Davi: Um homem conforme o coração de Javé?" (Revista Pistis Praxis): Análise acadêmica sobre o contexto histórico e arqueológico.

4. Fontes Digitais e Pesquisas OnlineBiblioteca On-line da Torre de Vigia (JW.ORG): Detalha os relatos de vida de Davi.
Brasil Escola (Biografia do Rei Davi): Resumo biográfico baseado em Samuel e Reis.
Resposta Bíblicas (Quem foi Davi na Bíblia): Explora as diversas facetas de Davi.
YouTube - Programa Evidências: Analisa o "Reino Unido de Davi" à luz da arqueologia.
Essas fontes cobrem desde a perspectiva religiosa da vida de Davi até as tentativas arqueológicas modernas de validar a existência do seu reino.

Glorias a Deus por tudo. (a) Pastor João Amilton, AD Madureira, Palmeira das Missões, RS.

Templo Sede

Templo Sede
Avenida José Firmino Vilande, 274, Bairro Mutirão, Palmeira das Missões

Congregação de Santo Augusto

Congregação de Santo Augusto
Rua Nonô Prates, 43, Bairro Santa Fé, Santo Augusto

Congregação Frederico Westphalen

Congregação Frederico Westphalen
Rua 137, sn, Bairro Distrito Industrial, Frederico Westphalen, RS

Congregação Irai

Congregação Irai
Rua Felisberto Reis, 323, Bairro Militar, Irai, RS

MESA DIRETORIA DA CONEMAD-RS - PERÍODO 2022-2026

MESA DIRETORIA DA CONEMAD-RS - PERÍODO 2022-2026
CONVENÇÃO ESTADUAL DOS MINISTROS EVANGÉLICOS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS MINISTÉRIO DE MADUREIRA NO ESTADO DO RIO GRANDE DOS SUL CONEMAD-RS

JUNTA CONCILIADORA - CONEMAD-RS

JUNTA CONCILIADORA - CONEMAD-RS
Presidência, Relatoria e Membrasia da Junta Conciliadora da Convenção das Igrejas Evangélicas das Assembleias de Deus Ministério de Madureira do Estado do Rio Grande do Sul - CONEMAD-RS.

CIBE-RS - CONFEDERAÇÃO DAS IRMÃS BENEFICENTES EVANGÉLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CIBE-RS - CONFEDERAÇÃO DAS IRMÃS BENEFICENTES EVANGÉLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
O que é CIBE? Fundada em 1968 pela saudosa Missionária ZÉLIA BRITO MACALÃO, a Confederação das Irmãs Beneficentes Evangélicas - CIBE, foi criada pela Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério de Madureira - CONAMAD, com a finalidade de ser um braço da igreja na ação social. Sua atuação baseia-se nos princípios fundamentais das Sagradas Escrituras e em conformidade com a legislação vigente. Cabe à CIBE desenvolver ações voltadas ao atendimento, amparo e acolhimento de necessitados e desamparados. Atualmente nossas Igrejas participam de apoio a asilos, orfanatos, abrigos, atuando na arrecadação e distribuição de gêneros alimentícios, remédios, agasalhos, cobertores, calçados e roupas. Palavra de Deus: "Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas" (Isaías 1.17). Venha fazer parte da CIBE você também!

SEMMAD-RS - SECRETARIA DE MISSÕES 2022-2026

SEMMAD-RS - SECRETARIA DE MISSÕES 2022-2026
Qual é o papel de uma Secretaria de missões? A Secretaria de Missões tem a obrigação de manter a igreja sempre bem informada a respeito de seus missionários e também da obra missionária de maneira geral e abrangente.

UMARDERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira

UMARDERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira
Composição da Diretoria da UMADERSUL - União da Mocidade do Ministério de Madureira do Estado do Rio Grande do Sul para o quadriênio de 2023 a 2026.

DIRETORIA DO CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES

DIRETORIA DO CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES
ANO 2025

ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA MADUREIRA - ASSEMAD 2025/2026

ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA MADUREIRA - ASSEMAD 2025/2026
ANO 2025/2026

ASSOCIAÇÃO CASA DA SOPA DE IRAÍ

ASSOCIAÇÃO CASA DA SOPA DE IRAÍ
DIRETORIA ACSI - BIÊNIO 2024/2025

ASSEMBLÉIA DE DEUS MADUREIRA PALMEIRA DAS MISSÕES

ASSEMBLÉIA DE DEUS MADUREIRA PALMEIRA DAS MISSÕES
Fotografia tirada no dia 24 de janeiro de 2004, por ocasião da Congregação Palmeira das Missões pertencente ao Campo de Cruz Alta, pela presidente da época do Pastor ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES DOS SANTOS CAMPOS.inistério de Madureira em Palmeira das Missões

PÓRTICO NORTE DA ENTRADA DE PALMEIRA DAS MISSÕES

PÓRTICO NORTE DA ENTRADA DE PALMEIRA DAS MISSÕES
A cidade de Palmeira das Missões, esta localizada na Região Norte do Estado do Rio Grande do Sul, conhecida como a Capital da Erva Mate. Entre os episódios ocorridos no antigo município de Palmeira das Missões durante a Revolução Federalista de 1893, tem particular interesse o morticínio do Distrito de Boi Preto, um dos maiores da luta que, só encontra paralelo no genocídio da Mangueira de Pedra (Rio Negro, Bagé), que o precedeu e, segundo voz corrente, foi ainda maior. Afirma-se que naquela cidade da Fronteira Sul, os sacrificados por Adão de La Torre (e outros) somaram 410, enquanto na hecatombe serrana , conforme telegrama do comandante do massacre Firmino de Paula ao Presidente Júlio de Castilhos, atingiram 370. Formação Administrativa do município de Palmeira das Missões, cuja sede pertencia ao antigo 3.º Distrito do município de Cruz Alta, foi criado por força da Lei Provincial nº 928, de 6 de maio de 1874, com território desmembrado dos municípios de Cruz Alta e de Passo Fundo, se instalando definitivamente no 7 de abril do ano seguinte.