O FINAL
DOS TEMPOS X RELIGIÕES
Creio que
estamos à beira de um lapso físico espiritual. Nos últimos tempos estamos
vivenciando momentos difíceis onde ha falta de amor, de amizade e de
compromisso por parte dos seres humanos. Logo compreendemos que tudo isso nos
da à certeza de que o fim dos tempos se aproxima. Precisamos entender e buscar
ter o conhecimento das coisas hão de acontecer porque o tempo esta próximo.
Aqueles que guardarem as Palavras desta Profecia serão chamados de bem
aventurados: "Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os
que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão
escritas; porque o tempo está próximo” (Apocalipse 1:3).
Primeiro:
As Escrituras Sagradas narram de forma lúcida e concisa sobre o evento tão
anunciado nos meios evangélicos que é o Arrebatamento da Igreja. Esse evento esta
sendo anunciado pelo mundo todo independente da religião, pois e um fenômeno
que atingira a toda a humanidade. Em Mateus 24,4-5 encontramos a seguinte
mensagem: "Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos
engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos
enganarão".
Segundo:
Antes, porém, a Bíblia Sagrada anuncia também um período de muita dor,
sofrimento e desespero: Esse período e anunciado por todos os cristãos do mundo
todo como o prenuncio da vinda do Messias: "E ouvireis falar de
guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que
assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra
nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários
lugares" (Mateus 24,6-7).
O que
está acontecendo a nível mundial no presente momento e o podemos caracterizar
como o período de pestes e epidemias, o que esta causando um espanto
globalizado, onde pessoas em completo desespero estão morrendo não somente por
causa das atuais doenças ou das pestes, mas por causa da depressão, do pavor,
do medo e do desespero. A Palavra de Deus narra da seguinte forma:
"Guerras, rumores de guerras, fomes, pestes, terremotos. Mas todas
essas coisas são o princípio das dores” (MT 24.8).
Também
encontramos mais informações bíblicas escatológicas que tratam dos finais dos
tempos conforme narra o Evangelho de São Mateus: "E, logo depois
da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as
estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá
no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e
verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande
glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais
ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma a outra extremidade
dos céus" (Mateus 24:29-31).
Para o
período derradeiro da humanidade, conhecemos as seguintes expressões: O fim dos
tempos, tempo do fim, fim do mundo e últimos dias. Não é importante seu título,
mas sim o que acontecera neste período descrito nas escatologias de várias
religiões, tanto nas abraâmicas quanto as não-abraâmicas, que ensinam que os
eventos do mundo alcançarão um clímax final, dando entendimento de que tudo
ocorrerá com a vinda de um salvador, e isso atingira a todo o mundo
independente da fé de cada um.
Nas fés
abraâmicas, estas mantêm uma cosmologia linear com os cenários do tempo do fim
a conter temas de transformação e redenção. A religião judaica como sendo ha
mais antiga e que e a que recebeu dos céus a Palavra diretamente do Senhor
(Adonai), Deus (Elohim) de Israel, e seguida por todo o cristianismo, a partir
do surgimento do Salvador Jesus Cristo (Yeshua HaMaschiach).
A seguir
vamos descrever as maiores religiões espalhadas pelo mundo, seus fundadores,
pilares da fé, e seus locais de maiores abrangências e a quantidade de seus
seguidores:
I - JUDAÍSMO
Na
religião judaica ou no judaísmo, o termo "fim dos tempos" faz
referência à Era Messiânica e inclui um ajuntamento dos judeus exilados na
diáspora, a vinda do Messias (Mashiach), a ressurreição dos justos e o mundo
vindouro.
O
judaísmo é a religião monoteísta que possui o menor número de adeptos no mundo,
cerca de 12 a 15 milhões. Essa religião originou-se por volta do século XVIII
a.C. O judaísmo é a religião monoteísta mais antiga do mundo. Originou-se por
volta do século XVIII a.C., quando Deus mandou Abraão procurar a terra prometida.
O
judaísmo defende uma relação especial entre Deus e o povo judeu, manifesta
através de uma revelação contínua de geração a geração. O judaísmo crê que a
Torá é a revelação eterna dada por Deus aos judeus.
Deus no
judaísmo. No Judaísmo a crença é monoteísta (um único criador). O Supremo de
Israel era conhecido por um nome principal na Bíblia. Esse nome transliterado
YHWH (lê-se iau) é conhecido como o Tetragrama Sagrado. Os livros da Torá e do
resto da Bíblia hebraica (exceto Ester) contêm a palavra hebraica יהוה. Com
base nas letras hebraicas, sua pronúncia em hebraico seria algo como Iaue.
Judeus religiosamente observantes são proibidos de pronunciar o nome de Deus, e
ao ler o Tanakh eles usam a palavra Adonai ("Senhor").
Quem são
os judeus hoje? É o Estado de Israel. Entre 1948 e 1958, a população judaica
cresceu de 800.00 para um milhão. Atualmente, os judeus são 76.4% da população
israelense, ou 5.433.842 milhões de cidadãos. Israel, o estado-nação judeu, é o
único país onde os judeus são a maioria dos cidadãos. Israel foi estabelecido
como um estado democrático e independente em 14 de maio de 1948.
A
imigração judaica no Brasil foi um movimento migratório que teve início com a
colonização do Brasil, quando judeus sefarditas e cristãos-novos se
estabeleceram na colônia. Estima-seque mais de 100 mil pessoas são de religião
judaica no Brasil, mas o número de descendentes que não praticam mais o
judaísmo é incerto. Segundo as escrituras bíblicas Israel é a terra prometida
por Deus aos hebreus, o berço do Judaísmo no século XVII a.C.. Judeus no Brasil
de 1500 a 1808: A vinda de imigrantes judeus para o Brasil se fez de maneira
descontínua, sujeita às diferentes condições históricas, tanto nos países de origem
como no Brasil.
II -
CRISTIANISMO
Nas
religiões cristãs, os seguidores de Cristo, no cristianismo são retratados o
tempo do fim como um período de tribulação que precede a segunda vinda de
Cristo, que enfrentará o anticristo com sua estrutura de poder e proclamará o
Reino de Deus.
Dentro do
Cristiano existem diferentes correntes teológicas com relação à sequência dos
eventos dos fins dos tempos. Na visão pré-tribulacionlista, os eventos ocorrem
a partir do “Período das Dores”, Arrebatamento, início da Tribulação (Três anos
e meio de uma falsa tribulação, onde o governo mundial não perseguira a igreja
e haverá uma falsa liberdade para as religiões, porém nos últimos três anos e
meio ou no período final, haverá perseguição total, assassinatos, destruição
dos templos, mortes dos cristãos e de todos aqueles que não se curvarem diante
do anticristo, etc...).
Esse
período nos faz lembrar-se do período negro da igreja catolicista que vendiam
indulgências, também conhecidas como perdão pelos pecados e de adquirir um
lugar nos céus, quando assassinaram e queimaram em fogueiras os que não
compraram a falsa salvação e ou não se renderam a religião pela imposição
papal. Esse é o período que a igreja da atualidade tenta esconder e esquecer, o
que dá para entender pelos cristãos catolicista da atualidade.
O que é a
origem do cristianismo? Em termos técnicos, o cristianismo é uma religião
monoteísta que há cerca de dois mil anos se derivou do judaísmo na região do
Oriente Médio. Sua figura central é a pessoa de Jesus Cristo, que se acredita
ser o Filho de Deus, a encarnação humana da própria Divindade de acordo com a Bíblia
Sagrada.
Quem
criou o cristianismo? Muito sangue escorreu até que Roma adotasse o
cristianismo. O cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano no
ano 380 por ordem do imperador Teodósio I, que tomou a medida numa lei
conhecida como Édito de Tessalônica. Na verdade o cristianismo foi criado por
todos aqueles que seguiram as doutrinas de Jesus Cristo.
O
cristianismo começou a espalhar-se a partir de Jerusalém, e depois por todo o
Oriente Médio, acabando por se tornar a religião oficial da Armênia em 301, da
Etiópia em 325, da Geórgia em 337, e depois a Igreja estatal do Império Romano
em 380, seguido mais tarde por varias denominações evangélico do mudo todo.
Por que
Constantino se converteu ao cristianismo? Como sinal de gratidão, no ano 312 da
nossa era, ele declarou que os cristãos não seriam mais perseguidos em seu
império e se converteu à fé em Jesus, abrindo caminho para que o cristianismo
se tornasse a religião dominante do Ocidente. Estudiosos e teólogos do mundo
todos afirmam que a decisão de conversão de Constantino foi um ato político e não
de uma verdadeira fé, pois se converteu para apaziguar o povo que se depredava
por causa da religião.
Constantino
sob a inspiração do lema “um Deus no Céu, um Imperador na Terra”, Constantino
proclamou em 313 o Édito de Milão, lei que garantia liberdade para cultuar
qualquer deus, o que seria fundamental para a futura conversão total do império
à religião.
Em que
ano o cristianismo chegou ao Brasil? O cristianismo chegou ao Brasil já no
descobrimento territorial por parte dos portugueses em 1500, com o catolicismo
e em 1532 chega o primeiro protestante, sendo que umas das primeiras ações de
Pedro Álvares Cabral foi organizar uma missa em nosso território e a partir dai
acabou por fixar profundas raízes Cristãs no novo pais.
III - ISLAMISMO
Na
religião do Islamismo o Dia do Julgamento é precedido pelo aparecimento de
al-Masih al-Dajjal e seguido pela descida de Issa (Jesus). Issa triunfará sobre
o falso messias, ou o anticristo, o que levará à sequência dos eventos que
acabará com o sol a nascer do oeste e o começo do Qiyamah (Dia do Juízo).
Nas fés
não-abraâmicas tendem a ter visões de mundo mais cíclicas, com as escatologias do
fim dos tempos caracterizadas por decaimento, redenção e renascimento.
Muçulmano
é todo o indivíduo que pratica o Islã, uma religião monoteísta centrada na vida
e nos ensinamentos de profeta Maomé, que teria recebido revelações do Arcanjo
Gabriel. Além disso, os muçulmanos também dão ênfase aos dogmas da oração,
jejum no mês de Ramadã, peregrinação em Meca e o estudo do Alcorão. Nesse
sentido, a maior parte dos árabes, são seguidores do islã, religião surgida na
Península Arábica no século VII e que se vê como uma restauração do monoteísmo
original de Abraão que, para eles, estaria corrompido pelo judaísmo e cristianismo.
Os cinco
pilares são: Fé e orar e aceitar o credo (Chacado, Chahada ou Shahadah);
Oração. Orar cinco vezes ao longo do dia, com o fiel voltado em direção a Meca
(Salá, Salat ou Salah). Esses são os verdadeiros pilares da fe islâmica,
Descendência
dos mulçumanos - Ismaelita. De acordo com o Livro de Gênesis, Ismaelitas
(árabe: Bani ismail, hebraico: Bnai Yishma El) são os descendentes de Ismael, o
filho mais velho de Abraão, e os descendentes dos doze filhos, os príncipes de
Ismael. No Alcorão; "Deus deu dons a todos Ismael, Eliseu, Jonas e Lot
favor acima das nações".
Para os
muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés,
Davi, Jacó, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias
tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um
califado que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. O que são
seguidores de Maomé. Com cerca de 1,2 bilhão de seguidores, o islamismo,
fundado pelo profeta Maomé há 1.400 anos no que hoje é a Arábia Saudita, é a
segunda maior religião do mundo em número de fiéis. O Islamismo esta em quase
todo mundo, principalmente na Ásia, Europa e Oriente Médio.
No
Brasil. A partir do ano de 1500, época do descobrimento
do Brasil, ocorreu à chegada dos islâmicos no País. Em um primeiro momento,
esse grupo foi formado por navegadores árabes que chegaram a terras brasileiras
por meio das expedições de Pedro
Álvares Cabral. Com o trabalho escravo na colônia portuguesa, diversos
negros seguidores do Islã foram traficados ao Brasil, processo que ampliou a
quantidade de islâmicos na nação.
Um dos
feitos mais marcantes dos muçulmanos no Brasil foi a Rebelião de Libertação, na
qual foi iniciada uma batalha para defender o Quilombo dos
Palmares entre os anos de 1693 a 1694. Além disso, foram de extrema
importância na Revolta dos Muçulmanos Haussás (1807) e, em 1835, na Revolta dos Malês,
movimento de escravos de origem muçulmana com propostas radicais referentes à
libertação dos demais servos africanos que também fossem muçulmanos.
Informações
sobre algumas entidades conforme publicadas pelo IBGE. A Federação Islâmica
Brasileira aponta a existência de 1,5 milhão de seguidores do Islã no Brasil.
Em todo o País, estima-se que existam oitenta centros de Islã e cerca de
50 mesquitas.
As cidades de Foz do Iguaçu, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo
abrigam as mais populosas comunidades de muçulmanos no Brasil. Notavelmente, na
já citada Foz do Iguaçu, encontra-se o maior número de adeptos da religião.
Além da presença de salas destinadas à oração e templos por quase todos os
outros Estados que compõe a nação, em São Paulo há aproximadamente 10 mesquitas,
sendo que a mais antiga é a Mesquita Brasil, fundada no continente
latino-americano a partir do ano de 1929.
IV - HINDUÍSMO
Na
religião dos hindus ou no hinduísmo, o tempo do fim ocorre quando Kalki, a
encarnação final de Vishnu, desce montado num cavalo branco e traz um fim ao
atual Kali Yuga.
As nações
que praticam o hinduísmo: A Índia, a Mauricia, e o Nepal, assim como a ilha
indonésia de Bali têm como religião predominante o hinduísmo; importantes
minorias hindus existem em Bangladesh (11 milhões), Myanmar (7,1 milhões), Sri
Lanka (2.5 milhões), Estados Unidos (2,5 milhões), Paquistão (4,3 milhões),
África do Sul (1,2 milhão), Reino Unido (1 milhão) e outras pelo mundo. O
hinduísmo é a terceira religião com o maior número de praticantes, a maioria na
Índia. Seus ensinamentos influenciam bastante a organização da sociedade
indiana. Os seguidores do hinduísmo acreditam em vários deuses e na
reencarnação. Segundo o hinduísmo, os seres humanos morrem e renascem várias
vezes.
O
Hinduísmo, como o terceiro dos três períodos da religião indiana, caracterizado
por um extremo pluralismo de cultos, deuses e seitas; neobramanismo,
neo-hinduísmo [Estendendo-se do sVI a.C. aos dias atuais, o hinduísmo sofre o
impacto de religiões estrangeiras (cristianismo, islamismo), religiões indianas
heterodoxas (budismo, jainismo, siquismo), escolas filosóficas e místicas
(dársanas e sufismo); na mistura de monoteísmo, politeísmo e panteísmo,
intensifica-se o caráter pluralista e sincrético que está na origem da própria
religião indiana.]. O hinduísmo e o conjunto da religião indiana de origens
védicas até os dias atuais.
No Brasil
o hinduísmo é pouco comum e é encontrado em pequenas cidades. Os Xacras do
Hinduísmo são usados em vídeos de relaxamento na internet da comunidade
brasileira, devido também ao ioug. A jyotisha indiana tem ganhado cada vez mais
espaço e tem sido considerada a forma de astrologia mais precisa de todas
V -
BUDISMO
Para o
budismo, o Buddha predisse que seus ensinos seriam esquecidos após 5000 anos,
seguidos por tumulto. Um bodhisattva chamado Maitreya aparecerá e redescobrirá
o ensinamento de dharma. A destruição derradeira do mundo virá então através de
sete sóis.
Origem do
Budismo. No ano de 563 nascia na Índia, Siddhartha Gautama. A vida de Buda pode
ser resumida em nascimento, maturidade, renúncia, busca, despertar e
libertação, o ensino e a morte. De família aristocrata, culto, se viu chocado
quando descobriu a realidade de seu país. Budismo é uma doutrina religiosa,
filosófica e espiritual e tem como preceito a reencarnação do ser humano de
forma a prender-nos aos sofrimentos do mundo material.
Suas
principais crenças. Os ensinamentos básicos do budismo são: evitar o mal, fazer
o bem e cultivar a própria mente. O objetivo é o fim do ciclo de sofrimento,
samsara, despertando no praticante o entendimento da realidade última - o
Nirvana. O ponto de partida do budismo é a percepção de que o desejo causa
inevitavelmente a dor.
Buda
sobre Verdade. Só com o esforço prolongado e sinceridade, disciplina e
autocontrole, o sábio se torna como uma ilha, que nenhuma enchente consegue
inundar. ... Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem
que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em
geração. Significado de Buda. Buda significa iluminado em sânscrito, antiga
língua sagrada da Índia. Buda é um título dado a um mestre budista ou a todos
os iluminados que alcançaram a realização espiritual do budismo.
Budismo
em crescimento no país. Segundo dados do censo brasileiro de 2010, há
atualmente no Brasil 243.966 praticantes do budismo. Em 1991, eram 236 408
budistas e, em 2000, eram 214 873. ... Ao mesmo tempo, está havendo conversão
de brasileiros não descendentes de japoneses ao budismo.
VI - RELIGIÃO TRADICIONAL CHINESA
A
Religião ou as religiões recorrentes na China tem aproximadamente 400 milhões
de adeptos é um termo usado para descrever uma complexa interação entre as
diferentes religiões e tradições filosóficas praticadas na China. Os adeptos da
religião misturam credos e práticas de diferentes doutrinas, como o
Confucionismo, o Taoismo, o Budismo, a Religião Tradicional Chinesa e outras
religiões menores. Com mais de 400 milhões de praticantes, eles representam
cerca de 6% da população mundial. Essas religiões têm suas crenças em vários
tipos de deuses.
Qual Deus
da China? Também conhecido como Yu Huang Shang-ti, seu nome significa "a
Augusta Personalidade de Jade". É considerado o primeiro deus e o
responsável por todos os deuses e deusas. Em sua maioria os mitos chineses
envolvem temas morais que informam o povo de sua cultura e de seus
valores.
Quantas
religiões existem na China? Existem cerca de 10 milhões de católicos na China
de 1,37 bilhão de habitantes, mas eles são divididos entre os que seguem a
Igreja oficial - com bispos indicados pelo governo - e os que seguem o papa,
praticam a religião em igrejas não oficiais e são perseguidos pelo regime comunista,
assim como outras denominações evangélicas do mundo todo instaladas no pais de
forma clandestina.
O
cristianismo na China é uma religião minoritária em crescimento, que compreendem
protestantes (em chinês: 基督教, Jī dū jiào,
"Religião de Cristo"), católicos (天主教, Tian
zhu jiao, "religião do Senhor dos Céus"), e um pequeno número de
cristãos ortodoxos (東正教徒,
Dongzheng jiaotu, "Religião ortodoxa/correta do Oriente"). Esses são
duramente perseguidos pelo governo comunista chinês.
VII -
ESPIRITISMO
Com
aproximadamente 13 milhões de adeptos no mundo, o Espiritismo não é exatamente
uma religião, mas também entra na lista como uma religião. A sobrevivência do
espírito após a morte e a reencarnação são as bases dessa doutrina, q qual
surgiu na França e se expandiu pelo mundo a partir da publicação de O Livro dos
Espíritos, de Allan Kardec (1857). No Brasil se encontra a maior comunidade
espírita do mundo, sendo com 1,3% da população do país é espírita.
Espiritismo,
doutrina espírita, kardecismo ou espiritismo kardecista é uma doutrina
religiosa, filosófica, mediúnica e moderno espiritualista codificada pelo
pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, que usava o pseudônimo Allan
Kardec. O que ensina o Espiritismo? Segundo o Espiritismo, todo homem é um
médium, um canal de comunicação entre os vivos e os espíritos, isso porque os
espíritas acreditam ser desnecessário o vínculo com Deus, “a inteligência
suprema”, como descreveu o espírita Allan Kardec em seus ensinamentos.
Para o
Espiritismo, Jesus é o modelo de ser humano mais perfeito que Deus ofereceu,
para servir de guia. Neste sentido é que Allan Kardec afirma que, "para o
homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode
aspirar na Terra".
O que é o
Espiritismo Kardecista? Os primeiros exemplares do livro deixaram a Tipografia
de Beau, na cidade de Saint-Germain-en-Laye, em 18 de abril de 1857 – a data
oficial do nascimento do espiritismo, nome criado por Kardec, apresentado da
seguinte maneira: “A crença espírita, ou o espiritismo, consiste em acreditar
nas relações entre o mundo físico". A doutrina é baseada em cinco
"obras básicas", chamadas de Codificação Espírita, publicada por
Kardec entre 1857 e 1868. A codificação é composta por O Livro dos Espíritos, O
Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A
Gênese.
Allan
Kardec (1804-1869) foi um importante propagador (codificador) da doutrina
espírita. Foi educador, escritor e tradutor francês. Allan Kardec, pseudônimo
de Hippolyte Léon Denizard Rivali, nasceu em Lyon, França, no dia 3 de outubro
de 1804.
No
Brasil, as ideias que deram origem ao espiritismo remontam às primeiras
experiências com o chamado "fluido vital" (magnetismo animal,
mesmerismo) por parte dos praticantes da homeopatia, nomeadamente os médicos
Benoît Jules Mure, natural de França, e João Vicente Martins, de Portugal, que
chegaram ao país em 1840. O Primeiro Centro Espírita do Brasil e o seu Criador
Telles de Menezes. Após oito anos do lançamento do Livro dos Espíritos, em 17
de setembro de 1865, foi fundado em Salvador o Grupo Familiar de Espiritismo
por Luiz Olympio Telles de Menezes – primeiro Centro Espírita do Brasil.
Realizamos
estes estudos baseados nas religiões, nas suas crenças, seus deuses, e a visão
de cada uma acerca dos finais dos tempos ou do final do mundo. Cada povo tem
suas tradições, suas linguagens e suas origens, porem quanto às religiões
muitos se misturam com seus tipos de fé e crendices.
A Vinda
de Jesus Cristo e o ápice da igreja evangélica e a esperança de milhares de cristãos
no mundo todo. No judaísmo os que creem na vinda do Machiach são denominados de
Judeus Messiânicos. Nas demais religiões foi pesquisado suas crenças e seus
denominados salvadores os quais irão, segunda a fé de cada uma, salvar ou
libertar o seu povo de acordo com os ensinamentos de seus denominados mestres.
ENCERRAMENTO
Estudos
tratam que desde o desenvolvimento do conceito de tempo profundo ou do fim do
mundo no século 18, cálculos da idade estimada da Terra, discursos científicos
sobre o fim dos tempos centrou-se no derradeiro destino do Universo.
No século
18 e 19, teólogos do mundo inteiro e não teólogos, mas religiosos estudantes
das Santas Escrituras chegaram a pré-dizer o tempo da vinda do Messias (Mashiach),
como o americano Guilherme Miller que chegou há calcular o ano, mês e dia do
evento do Arrebatamento da Igreja, o que não ocorreu. Para os seguidores de
Miller foi uma frustração generalizada. Muitos pastores na época abandonaram
suas igrejas e denominações e seguiram as ideologias de Miller e acabaram de
frustrando. Uns retornaram para as igrejas suas. Outros se desviaram do
Evangelho e outros fundaram novas denominações.
Como
vamos que em quase todas as religiões e denominações cristãs diversas, todas
estão chegando a um denominador comum, a comunhão da ideia de que estamos nos
aproximando do final dos tempos.
Boa
leitura!
Pastor
João Amilton,
AD
Madureira,
Palmeira
das Missões, RS.
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