NOSSA MISSÃO

A Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira, tem a missão de fazer a diferença no Reino de Deus em Palmeira das Missões, no Rio Grande do Sul, no Brasil e em outros países do mundo. Pois nossos objetivos nos levam a sermos uma igreja alicerçada na Palavra de Deus primando pela salvação das almas, levando o evangelho a toda a criatura fazendo sempre a vontade de Deus, reconhecendo que o Senhor Jesus Cristo é o Senhor e Salvador de todos nós, para que os homens sejam servos obedientes e bons dispenseiros da multiforme graça do Senhor. Ministério de Madureira Uma Igreja Feliz! Contatos: 55.99998.3905, 55.984278599 e 55.99915.8554.

IEADEMMAD

IEADEMMAD
IEADEMMAD

CONAMAD - CONEMAD/RS - IEADEMMAD

CONAMAD - CONEMAD/RS - IEADEMMAD

Nossos Cultos!

Nossos Cultos!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O Canto do Galo!

O Canto do Galo!


O texto bíblico tradicionalmente afirma que foi o canto de uma ave. Porém estudos acerca deste tema dão conta de outras indicações e interpretadões que nos parece serem verídicas. A expressão o “canto do galo” é um assunto que encontramos nos quatro Evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João. A partir destes textos buscaremos o significado e a natureza de tal expressão “ o canto do galo”.

Comecemos com os relatos do Evangelho de Mateus 26,34: “Jesus declarou: Em verdade te digo que esta noite, antes que o galo cante, me negarás três vezes! (Evangelho de Mateus 26,34) Bíblia de Jerusalém.

Relatos do Evangelho de Marcos 14,30: “Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, esta noite, antes que o galo cante duas vezes,  me negarás três vezes” (Evangelho de Marcos 14,30) Bíblia de Jerusalém.

Relatos do Evangelho de Lucas 22,34: “Mas ele disse: Pedro eu te digo, (o) galo não cantará hoje sem que por três vezes tenhas negado conhecer-me.” (Evangelho de Lucas 22,34) Bíblia de Jerusalém.

Relatos do Evangelho de João 13,38: “Jesus lhe responde: Darás a tua vida por mim? Em verdade, em verdade te digo: o galo não cantará sem que me renegues três vezes.” (Evangelho de João 13,38) Bíblia de Jerusalém.

Neste estudo estaremos contextualizando o assunto baseado em outros escritores e teólogos. Há tempos que é propagado e muitas vezes de forma errada a história romana de que na época de Jesus o galo que tanto se falava, era uma ave. O galo que se aduz nos evangelhos na verdade nunca existiu, ou seja, pode ser até espantoso, mas o galo verdadeiramente, nunca existiu. Analisando teologicamente a historia da igreja Cristã primitiva e em profunda pesquisa acerca da História dos Romanos, aprendemos de que na realidade o fato narrado biblicamente sobre o cantar do galo, não é bem assim como conhecemos, pois as traduções bíblicas não nos ensinaram ou não traduziram adequadamente do original para as demais traduções.

Durante séculos a posição que prevaleceu na história foi a de que “O canto do galo”, referido por Jesus nos evangelhos, era o canto de uma ave emplumada que cantava para anunciar a madrugada, ou as horas da madrugada e nesse contexto, confirmaria a negativa de Pedro, de ter negado a Jesus conforme havia previsto.  Após pesquisar as obras de William Berkeley, em seu livro “Marcado para morrer”, o autor aduz que na época de Jesus havia uma regra, descrita na lei judaica, de que era proibido a criação dessas aves na Cidade Santa, pelo simples fato de que delas emporcalhariam e causariam transtornos nas coisas santas.

É importante salientar de que Jesus passou por seis julgamentos: Três pelos judeus ou israelitas: O primeiro por Anãs, o segundo por Caifás e o terceiro pelo Sinédrio.

Também há três julgamento pelos romanos: O primeiro por Pôncio Pilatos, o segundo por Herodes e o terceiro novamente por Pôncio Pilatos, pois de acordo por este, o Senhor Jesus, conforme narrativa do Evangelho de Marcos, foi condenado e crucificado na terceira hora. Ainda, na casa de Anás, Caifás e mesmo no Sinédrio, não havia um galinheiros e, portanto, não tinha um galo sequer para cantar. Podemos então perguntar: Que galo, ou que cantar de galo foi aquele?

Conta a história de que na terceira vigília da noite, por volta das 03hs da manhã, momento em que ocorreu o primeiro julgamento de Jesus, acontecia à troca de turno da escolta de soldados dos romanos que faziam a guarda da fortaleza de Antônia. Esta fortaleza, era a casa do governador Pôncio Pilatos. Essa troca de turno era anunciada com um toque de trombeta, que em latim chamava-se gallicinium, que traduzido para o português, significa “o canto do galo”.

Exemplo disso, sabemos que no Exercito Brasileiro o amanhecer é anunciado com um toque de corneta que é conhecido como toque da alvorada. Na época de Jesus, como mencionamos, a troca de turno era anunciada com o gallicinium, conhecido como: alektoroplhonia, (o cantar do galo). E para melhor reforçar essa assertativa, queremos recorrer a um costume judaico citado inclusive por Jesus, para denominar a terceira vigília da noite, como “o canto do galo”, conforme esta no Evangelho de Marcos 13.35: “Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã”. Quando Jesus fez essa conotação expressiva sobre a vigilância, estava relacionando acerca do vigia e do toque da trombeta pelo soldado, pois isso era “o cantar do galo” naquele tempo, pois cada um dos toques, ocorria na mudança dos turnos.

De acordo com a Enciclopédia da bíblia que diz que “O cantar do galo”, era um nome dado à terceira vigília da noite, da meia noite às três da manhã. No tempo de Cristo a noite era dividida pelos romanos em quatro vigílias: A tarde; A meia noite; De madrugada e de manhã. Cada um dos evangelistas se refere ao canto do galo em conexão com o período em que Pedro negou a Jesus, conforme as seguintes referencias bíblicas: Mt.26.34,74, Mc 13.35, Lc 22:34 Jo 13.38. Como podemos ver acerca do canto do galo, referido por Jesus nos evangelhos, não se trata do canto de uma ave, mas sim o toque da trombeta do soldado romano que anunciava a terceira vigília da noite, ou seja das 00h00minh até às 03h00minh da manhã.

Quando estudamos a passagem de Lc 22.21-34, nos defrontamos com a conhecida frase proferida por Jesus no verso 34: "Pedro, não ressoará hoje o galo até que três vezes me negarás conhecer" (minha tradução). Tradicionalmente, esta referência feita ao “canto do galo” sempre foi interpretada ao pé da letra, ou seja, um galo, de fato, cantou no episódio da  egação de Pedro. Contudo, como iremos descobrir nas linhas que seguem, tal tradição pode não refletir os fatos exatamente como aconteceram
.
Era o galo conhecido no Antigo Testamento? Bem, de acordo com a Vulgata, o termo “gallus” aparece em Is 22.17, Jó 38.36 e Pv 30.31. Em Is 22.17 o termo é a tradução de geber, que a maioria das versões modernas interpreta como “homem”. Jó 38.36 traz o vocábulo sekwi, cujo significado é completamente disputado. E Pv 33.31 tras zarzir, palavra cujo significado é novamente disputado. Já a LXX traz nestes lugares (respectivamente) andra, poikiltiken e alektor. Além disso, a Vulgata de Tobias 8.11 traz circa pullorum cantum, literalmente “sobre o canto das galinhas”, uma parte da noite, “canto do galo”.

Fitzmeyer ainda traz outro interessante comentário sobre este assunto, dizendo: [...] de acordo com o Baba Qama 7.7 era proibido “criar galinhas em Jerusalém por causa das coisas santas”, e os sacerdotes estavam proibidos de criá-las em todo lugar na terra de Israel. [...] Ainda que o regulamento mishnaico não seja certamente válido antes do ano 70 em Jerusalém, a proibição pode ter tido força naquele tempo.

E o erudito do Novo Testamento, William Barclay, também faz referência a esse canto do galo, acrescentando, aliás, alguns dados inusitados, os quais transcrevemos abaixo:

Pode bem ser que o canto do galo não fosse o canto de uma ave; e desde o começo não pretende significar isso. Acima de tudo, a casa do Sumo Sacerdote estava no centro de Jerusalém. E certamente não haveria um galinheiro no centro da cidade. De fato, havia uma regra na lei judia, segundo a qual era ilegal ter galos e galinhas na cidade santa, porque eles sujavam as coisas santas. Mas o período das três da madrugada foi chamado de canto do galo, e por essa razão. Naquela hora, a guarda romana era trocada no castelo de Antônia, e o sinal da mudança da guarda era um toque de trombeta. O termo latino para aquele toque de trombeta era gallicinium, que significa canto do galo. É possível que assim que Pedro fez sua terceira negativa, a trombeta da muralha do castelo ecoou sobre a adormecida cidade... e Pedro lembrou: e por causa disso ele derramou o seu coração. (textos baseados em pesquisas sobre autores e obras diversas).

Um comentário:

Vivaldo André disse...

obrigado por essa linda matéria que nos torna mais conhecedor da palavra estimulante a nossa fé em cristo Jesus espero ansiosamente por outras matéria aqui no blog Madureira. Abraços

Templo Sede

Templo Sede
Avenida Independência, 1999, Centro, Palmeira das Missões

Congregação Bairro Mutirão

Congregação Bairro Mutirão
Avenida José Firmino Vilande, 274, Bairro Mutirão, Palmeira das Missões

Congregação de Santo Augusto

Congregação de Santo Augusto
Rua Nonô Prates, 43, Bairro Santa Fé, Santo Augusto

Congregação Frederico Westphalen

Congregação Frederico Westphalen
Rua 137, sn, Bairro Distrito Industrial, Frederico Westphalen, RS

CONEMAD-RS E DEPARTAMENTOS

DIRETORIA CONEMAD-RS 2019-2022

CARGO

NOME

Presidente

Pr. Isaque Saletti dos Santos

1º Vice Presidente

Pr. Moisés dos Santos Lemos

2º Vice Presidente

Pr. Luiz de Bairro

3º Vice Presidente

Pr. Jerônimo Luiz da Silva

4º Vice Presidente

Pr. Valério Ricardo de Melo

5º Vice Presidente

Pr. João Sidnei dos Anjos Mombaque

1º Secretário

Pr. Jussiê Alberto Teixeira

2º Secretário

Pr. Adames Paz da Silva

3º Secretário

Pr. José Fernandes da Silva

4º Secretário

Pr. Peterson Donizete Gomes da Silva

5º Secretário

Pr. Paulo Alaert Martins

1º Tesoureiro

Pr. Emerson Fabiano Chaves

2º Tesoureiro

Pr. Jonas Cemim de Borba

1º Conselheiro Fiscal

Pr. Paulo de Souza

2º Conselheiro Fiscal

Pr. Lindomar Silveira Prestes

3º Conselheiro Fiscal

Pr. Carlos Roberto Silva dos Santos

1º Sup. Vice Presidente

Pr. Marlon Almeida Santos

2º Sup. Vice Presidente

Pr. José Alvori Lemos dos Reis

3º Sup. Vice Presidente

Pr. Jacó Luiz Martiny

4º Sup. Vice Presidente

Pr. Vandir de Bairro

5º Sup. Vice Presidente

Pr. Jeremias Feliciano Dias

1º Sup. Secretário

Pr. Gideon Dias Barros

2º Sup. Secretário

Pr. Osnei de Oliveira da Silva

3º Sup. Secretário

Pr. Pedro Enio Rodrigues

4º Sup. Secretário

Pr. Rogério da Silva

5º Sup. Secretário

Pr. João Amilton de Anunciação

DIRETORIA CIBE RS

CARGO

NOME

Presidente de Honra

Missionária Sandra Regina de Melo

Presidente de Honra

Pra. Regina Vargas

Presidente de Honra

Pra. Nair Prestes

Presidente

Pra. Marilene Lemos

1ª Vice Presidente

Pra. Esdra dos Santos

2ª Vice Presidente

Pra. Nelci Martins

3ª Vice Presidente

Pra. Helena da Silva

4º Vice Presidente

Pra. Beatriz Mombaque

5º Vice Presidente

Pra. Valéria Cabreira

ASSESSORAS REGIONAIS

Rio Grande

Pra. Débora Godoi de Melo

Porto Alegre

Misª. Eloíza Mann

Rolante

Misª. Edineia Borba

Catuípe

Misª. Fabiana

Farroupilha

Pra. Marlei de Bairro

Santiago

Pra. Cibele Martins

Tramandaí

Pra. Nelci Martins

TESOUREIRAS

1ª Tesoureira

Pra. Janete Paz

2ª Tesoureira

Pra. Rosane da Luz

3ª Tesoureira

Pra. Rosangela da Silva

4ª Tesoureira

Misª. Angela Lima

5ª Tesoureira

Misª. Neiva Vargas

SECRETARIA

Secretária Executiva

Misª. Marcia Prestes

1ª Secretária

Misª. Gilda Martins Dias

2ª Secretária

Misª. Michelle Teixeira

3ª Secretária

Misª. Andrea Martiny

4ª Secretária

Misª. Dienefer Mongelos

5ª Secretária

Misª. Elenir Bitencourt

DIRETORIA UMADERSUL

CARGO

NOME

Presidente

Pr. Cleber Lima

1ª Vice Presidente

Pr. Maicon Rafael dos Santos

2ª Vice Presidente

Pr. Marlon Santos

3ª Vice Presidente

Pb. Gabriel Wolmann

TESOURARIA

1ª Tesoureiro

Pr. Clayton Graciano Ferreira

2ª Tesoureiro

Ev. Wiliam Oliveira Machado

SECRETRARIA

1ª Secretária

Glaucia Teixeira

2ª Secretária

Emelin Borba

3ª Secretária

Dc. Oséas Govea

SECRETARIA DE MISSÕES – SEMMIRS

CARGO

NOME

Diretor

Pr. Franco Gonçalves Laus

1ª Vice Diretor

Pr. Marcos Moreira

REGIONAIS

Fronteira

Pr. Edson Rodrigues de Farias

Serra/Farroupilha

Pr. Josuel Vargas da Cruz Vieira

Litoral/Tramandaí

Ev. Filipi Domingos Moreira

COORDENADORIA DE PROJETOS

Coord. Proj. Interior

Pr. Jussiê Alberto Teixeira

Coord. Proj. Capital

Pr. Marlon Santos

TESOURARIA

1º Tesoureiro

Ev. Josias Moreira Thomas

2ª Tesoureira

Pra. Rosane da Luz

SECRETARIA

Secretário Executivo

Pb Eliel Silveira Prestes

INTERCESSÃO

Líder

Misª Karine Laus

Intercessora

Misª Marcia Moreira

Intercessora

Misª Michelle Teixeira

Intercessora

Rosmari Da silva Vieira

DIRETORIA DO CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES - ANO 2018

CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES
DIRETORIA EXECUTIVA - ANO 2018

PRESIDÊNCIA:
Pastor
JOÃO AMILTON DE ANUNCIAÇÃO.

VICE-PRESIDÊNCIA:
Primeiro Vice-Presidente, Presbítero MOISÉS MENDES BATALHA;
Segundo Vice-Presidente, Evangelista FÁBIO ROMERO DA SILVA.

SECRETARIA:
Primeira Secretário, Presbítero MENDEZ MARTINS COIMBRA;
Segundo Secretário, Presbítero GUSTAVO CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO..

TESOURARIA
Primeira Tesoureira, Missionária
ROSIMARI OLIVEIRA DA ROCHA;
Segunda Tesoureira, Pastora
MARTHA VALÉRIA LOPES CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO.

CONSELHO FISCAL E ADMINISTRATIVO:
Pastor JACOB VANDERLEI PORTOLAN;
Evangelista ABEL MARTINS MATTOS;
Presbítero PAULO RENATO PRESTES;
Diácono PAULO ROBERTO DA SILVA MEDEIROS (Susbsto).


CONGREGAÇÕES - PASTORES DIRIGENTES
PALMEIRA DAS MISSÕES - BAIRRO MUTIRÃO
Presbítero MOISÉS MENDES BATALHA.

CONGREGAÇÃO DE SANTO AUGUSTO:
Evangelista FÁBIO ROMERO DA SILVA.

CONGREGAÇÃO FREDERICO WESTPHLEN:
Presbítero PAULO RENATO PRESTES.


CÍRCULO DE ORAÇÃO - OBREIRAS DIRIGENTES:
PALMEIRA DAS MISSÕES - SEDE
Dirigente, Diaconisa ODILA STEPHANINI BATALHA;
Diaconisa HELGA SCHOKAL LENCINA;
Diaconisa CLEUSA DE OLIVEIRA DE MEDEIROS.

CONGREGAÇÃO BAIRRO MUTIRÃO
Dirigente, Diaconisa ODILA STPHANINI BATALHA.

CONGREGAÇÃO SANTO AUGUSTO
Dirigente, Diaconisa TEREZINHA KOWALSKI.

CONGREGAÇÃO FREDERICO WESTPHALEN
Dirigente, Diaconisa MARINES BRIZOLLA PRESTES.

RELAÇÃO DE OBREIROS - 2018

RELAÇÃO DOS OBREIROS DO CAMPO PARA O ANO DE 2018

Relação dos Obreiros e Obreiras para o ano de 2018, da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Palmeira das Missões Ministério de Madureira, sito na Avenida Independência, 1999, centro da cidade de Palmeira das Missões, CAMPO DE PALMEIRA DAS MISSÕES, conforme a seguir relacionados:­


001 - PALMEIRA DAS MISSÕES – SEDE:

Pastor Presidente JOÃO AMILTON DE ANUNCIAÇÃO,

Pastora MARTHA VALÉRIA LOPES CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO,

Evangelista ABEL MARTINS MATTOS,

Missionária ROSIMARI OLIVEIRA DA ROCHA,

Presbítero GUSTAVO CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO,

Diácono PAULO ROBERTO DA SILVA MEDEIROS,

Diaconisa HELGA SCHOKAL LENCINA,

Diaconisa ODILA STEPHANINI BATALHA,

Diaconisa CLEUSA DE OLIVEIRA MEDEIROS,

Diaconisa OLINTA ROZANI NIEDERAUER GUTLER,

Cooperador GUILHERME CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO,

Cooperador GABRIEL CABREIRA DE ANUNCIAÇÃO,

Cooperadora ELCY MULLER FRANCO.


002 - PALMEIRA DAS MISSÕES – CONGREGAÇÃO BAIRRO MUTIRÃO:

Presbítero MOISÉS MENDES BATALHA,

Presbítero MENDES MARTINS COIMBRA.


003 - SANTO AUGUSTO - CONGREGAÇÃO:

Pastor JACOB VANDERLEI PORTOLAN,

Missionária ÂNGELA ROSANE PORTOLAN,

Evangelista FÁBIO ROMERO DA SILVA,

Evangelista GILMAR KOWALSKI,

Presbítero VILSON PICCO,

Diaconisa MARISA CRISTINA MOREIRA DA SILVA,

Diaconisa ROSIMARI CAMARGO PICCO,

Diaconisa ELEONIR TERESINHA CHAVES KOWALSKI.

Cooperador GERSON DOMINGOS ALBINO MANOEL.


004 - FREDERICO WESTPHALEN - CONGREGAÇAO:

Presbítero PAULO RENATO PRESTES,

Diácono DIONE LUIZ SARMENTO,

Diaconisa MARINÊS DA SILVA BRIZOLLA,

Diaconisa EDINARA BRIZOLLA PAES,

Diaconisa DIONEFER BRIZOLLA SARMENTO.


OUTRAS CIDADES - OBREIROS:


LAGEADO DO BUGRE

Presbítero ABEL SUTERES,

Diaconisa MARIA TEREZINHA MOREIRA SUTERES.

Pórtico de Palmeira das Missões

Pórtico de Palmeira das Missões